segunda-feira, 29 de abril de 2013

sábado, 27 de abril de 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Grupos Musicais Portugueses - Agora Colora




Grupo formado em Setembro de 1985. Nesse ano apresentaram um espectáculo multimédia, organizado pela CM Almada, que contou com a participação de António Manuel Ribeiro.

No ano de 1986 apresentaram os espectáculos "Coloreto I" e "Coloreto II".

No início de 1987, o grupo era formado por João Martins (voz e flauta transversal), Carlos Teixeira (guitarra), Ni (baixo), Paulo Carmona (teclas) e Pinho (bateria). Seis meses depois, já com mais de 43 concertos dados pelo país, assinaram contrato de management com "Os Malucos da Pátria".

Em 10 de Outubro de 1987 tocaram em Lisboa, num concerto integrado nas Jornadas do Império, com os Gun Club e Mão Morta.

Em 1988 apresentaram no Rock Rendez Vous os temas "Deixa Lá", "Mátria", "Labirinto", "Viajante", "Batida de Dança" e "Lisboa Antiga". O grupo foi um dos três finalistas do Concurso de Música Moderna desse ano.

No disco "Registos de Música Moderna Portuguesa", editado em 1989 pela Dansa do Som, é incluído o tema "Mátria".

Esteve prevista a edição de um CD, através da Heaven Sound, mas tal não se concretizou.

DISCOGRAFIA
Registos de Música Moderna Portuguesa (1989) - Mátria

COMENTÁRIOS
Tempos de afirmação e subversão do usual incrementaram a diversidade criativa numa produção local de multimédia. Num caldo de poucos nutrientes, formou-se o grupo AGORACOLORA, onde colaborei nas letras de alguns temas e nas performances apresentadas em 2 espectáculos em 1986, COLORETO I e COLORETO II.

Fervilhando a acção artística num meio possível, um grupo de rock e performance, Produção G, surgiu para a fusão de conteúdo musical e visual coerente, onde seria mantida a identidade de cada forma de expressão. Definida a forma e função, atravessámos o rio pela Ponte que separa, levando connosco o resultado de muitas horas de trabalho, A luz que me ilumina é negra I e II, com duas apresentações no Rock Rendez-vous, em Lisboa. Entretanto fomos desclassificados com alguma pena dos organizadores, o regulamento do concurso impedia a participação de profissionais. Na realidade a nossa vida era a Arte, embora não nos desse nada a não ser Arte. Pouco tempo depois foi apresentado ainda um espectáculo num Jardim público, no Dia da Juventude em 1987. Depois disto a Produção G acabou!


NO RASTO DE ...
João Martins produziu muitas bandas durante a década de 90. Foi director da revista Prómusica.

Vasco Vaz, guitarrista dos Mão Morta, fez parte dos Agora Colora entre 1990 e 1991.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Cantoras dos Anos 80 - Sabrina




Mais do que uma cantora, uma autêntica sex-symbol dos anos 80! 
A sua carreira começou cedo, em Itália. Com 15 anos, ganhou um concurso de beleza (apesar do ligeiro estrabismo) e, de imediato, apareceram os primeiros trabalhos como modelo. Um ano mais tarde, em 1985, editou o seu primeiro single 'Sexy Girl', música que ficou entre as 20 mais do Top de vendas italiano. 

O primeiro álbum 'a sério' chegou dois anos depois: 'Sabrina', disco de onde saiu o primeiro grande êxito de Sabrina 'Boys (Summertime Love)'. Foi em pouco tempo que disparou para os primeiros cinco lugares das tabelas internacionais e que vendeu mais de um milhão e meio de cópias em todo o mundo. Ainda deste álbum, 'Hot Girls' chegou aos primeiros dez lugares dos Top's europeus. Ainda por conta dos primeiros singles recebeu, em 1988, o prémio de 'Melhor Cantora Europeia'. 

Imparável, editou mais um disco ainda antes do final de 1988, 'Super Sabrina'. É nesta altura, que Giorgio Moroder entra em cena com a produção dos vídeos das músicas 'Mi Chico Latino' e 'Like a Yo-Yo' transformam Sabrina numa verdadeira sex-symbol. 

Passou da música ao cinema logo no ano seguinte. Sabrina atriz em 'Fratelli d'Italia' e, em 1990, passou a integrar a equipa do programa da manhã da Rai 2 com outra cantora italiana, Raffaella Carrá. 

1991 foi um ano de viragem na carreira de Sabrina. Pela primeira vez cantou em italiano, em dueto com Jo Squillo, no Festival de Música de San Remo. Foi ainda neste mesmo ano, que lançou o seu terceiro disco, 'Over the Pop', onde, pela primeira vez, participou na composição e na produção das músicas. Sabrina criou a sua editora e, foram quatro os anos de impasse na sua carreira musical. Chegou a gravar mais um álbum, todo em italiano e no seu próprio estúdio, mas, embora a critica tenha sido positiva, as vendas foram um fracasso. 

Desiludida, virou a sua atenção para outros projetos: estreou-se no teatro, em 1996, com a comédia 'I cavalieri della Tavola Rotonda' e, dois anos depois, apresentou um concurso de televisão: 'Il mercante'. Aos 36 anos, Sabrina fez uma pequena pausa na carreira para ser mãe. Luca, o filho, nasceu em abril de 2004. Tem um site oficial: http://www.sabrinasalerno.com.



domingo, 21 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cinema dos Anos 80 - Caça Policias


quarta-feira, 17 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Grupos Musicais Portugueses - Afonsinhos do Condado



Em 1984, Nuno Faria, Gimba (Eugénio Lopes) e Jorge Galvão formaram os Tiroliro&Vladimir&Mohadir, com a entrada de um contrabaixista passaram a Tiroliro Vladimir Mohadir e Tá No Ir. Nesta fase dedicavam-se a cantar ao vivo em bares do Bairro Alto.

Mudam de nome para Os Afonsinhos do Condado em 1985. Em Março de 1987 é editado um máxi-single com os temas "A Salsa das Amoreiras" (o tema português mais tocado na rádio nesse ano), "O Navio" (com a participação de Rui Veloso) e "Ao Luar". Nesse ano participam no espectáculo "Vamos celebrar Zeca" que decorreu na Aula Magna e onde cantaram "O Que Faz Falta".

O álbum "Açúcar"(1) é editado em Abril de 1988. O disco incluía temas como "Rolar no Chão", "Sambinha para Gorbachev", "Ska da Ilha", "A Bordo do Challenger"  e "Noites Quentes".

Em Maio de 1989 lançam o Mini-Lp "No Parque Mayer" com um lado 1 que 'falava da cidade e da noite' (os temas "No Parque Mayer", "Rap do B.A. e "Fumo no Ar") e um lado 2 'que é mais uma coisa de amores' com os temas "Menina Sensa-ção", "Prima Vera" e "Rapariguinha"(2) em que participa Kalú na bateria.

Participam no Festival da Canção de 1990 com o tema "Jújú e a sua Banda".

A compilação "Afonsinhos do Condado"(3), que incluía os inéditos "Música do Sul" e "Querida Guida", é editada em Março de 1990. A compilação engloba todos os temas gravados pelo grupo à excepção de três temas.

Gimba vai para férias em Maio de 1990. Nuno Faria e Jorge Galvão ainda darão vários concertos em 1990 e 1991. Os três  voltam a reunir-se para um concerto no Porto e no final resolveram acabar com o grupo.

Dos muitos concertos  de Dr. Faria, Sr. Lopes e Mr. Galvão destacam-se a participação no Festival de Nimes (França) e no Chin Internacional Radio Festival (Canadá)

"Açúcar" foi reeditado, em 1998, em versão remasterizada, no âmbito da série "Coração Português" da Polygram. 

Em 2001 a Universal (antiga Polygram) lançou a compilação "Leva-me Contigo" com dois temas inéditos, "O Macaquinho Nicolau" e "Mambo Xalima". As duas faixas foram escritas nos anos 80 mas, por razões várias, não tinham sido editadas.

(1) Participaram no disco músicos como  Mário Laginha, Ramon Galarza (produtor), Fernando Abrantes (que dois anos depois seria membro dos Kraftwerk durante toda uma digressão), o guitarrista José "Moz" Carrapa, os saxofonistas Jorge Reis e Edgar Caramelo e o percussionista Quim M'Jojo (JPP/Expresso) 

(2) "Rapariguinha", cantada e tocada pelos "Toupeiras" (grupo alter-ego dos Afonsinhos) foi a única música que ficou do projecto inicial que seria fazer um mini-lp em forma de um programa de rádio com anúncios e tudo. 

(3) Em simultâneo  foi lançado um Mini-Lp com o mesmo nome que continha os dois inéditos e os temas "Rap do B.A.", "Rolar No Chão", "Vivi Com a Lua Cheia" e "Sambinha Para Gorbachev". 

DISCOGRAFIA
Salsa das Amoreiras (Single, Polygram, 1987)
O Navio/Salsa das Amoreiras/Ao Luar (Máxi, Polygram, 1987)
Açúcar (LP, Polygram, 1988)
Ska da Ilha/É Hoje O Dia (Single, Polygram, 1988)
No Parque Mayer (Mini-LP, Polygram, 1989)
Afonsinhos do Condado (Compilação, Polygram, 1990)
Afonsinhos do Condado (Mini-LP, Polygram, 1990)
Leva-me Contigo (Compilação, Polygram, 2001)

COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Heróis do Mar/Afonsinhos do Condado (Compilação, Universal, 2001)

Colectanêas
Festival RTP da Canção (1990) - Juju e A Sua Banda

NO RASTO DE...
Nuno Faria foi A&R da Polygram. Mais recentemente formou a empresa de management "Condado Azul".

Gimba passou pelo programa de tv "Pop Off", teve uma carreira a solo (como G.I.M.B.A. - Grupo Independente de Música Bué Altamente) lançando o disco "Funky Punky Trunky" (1997) e mais tarde andou a promover o single "Pornogal". Faz parte dos Cavacos e dos Irmãos Catita. Foi um dos elementos do  programa "Cabaret da Coxa" da Sic Radical. Os G.I.M.B.A. - Grupo Independente de Malucos do Bairro Alto lançaram (?) o C.D. "Isto não é um C.D.".

Jorge Galvão é artista gráfico e fez vários trabalhos de cenografia em espectáculos teatrais. 


sábado, 13 de abril de 2013

Cantores dos Anos 80 - Bob Geldof



Bob Geldof nasceu na Irlanda, em Dún Laoghaire, Dublin. Apesar de ser filho de pais católicos, estudou no 'Blackrock College', onde os católicos nacionalistas não eram vistos com bons olhos. Fez todo o tipo de trabalhos que lhe apareceram pela frente até ao dia em que partiu para Vancouver, no Canadá, para trabalhar como jornalista na publicação semanal 'Georgia Straight'. Foi quando regressou à Irlanda, em 1975, que a música entrou na sua vida, como líder dos Boomtown Rats, um grupo rock bastante ligado ao movimento punk. 

Em 1978 conseguiram o seu primeiro êxito, com o single 'Rat Trap', mas foi com a música 'I Don't Like Mondays' que chegaram a nº 1 nas principais tabelas europeias. Não só pela sonoridade, mas também pela controvérsia gerada pela letra sobre a tentativa de massacre de uma aluna americana na sua escola. 

Os Boomtown Rats não ficaram no topo por muito tempo. Em 1984 a carreira da banda caiu a pique. Em novembro desse ano, uma reportagem transmitida pela BBC sobre a fome na Etiópia deixou Bob Geldof impressionado e decidido a fazer alguma coisa para ajudar. Chamou Midge Ure dos Ultravox, também Bono e The Edge, dos U2, Boy George e Paul McCartney, e escreveram 'Do they know it's Christmas'. 

Juntaram todos os músicos britânicos que, na altura, reinavam no Top, e criaram a Band Aid. Ainda antes do Natal, o single foi editado com o objetivo de juntar todo o dinheiro possível para acabar com a fome na Etiópia. Os lucros da venda de 'Do they know it's Christmas' foram muito para lá do que se poderia imaginar... de tal maneira, que, ainda hoje, é o single mais vendido em toda a história dos Top's do Reino Unido. 

Não satisfeito, a 13 de julho de 1985, Geldof organizou o concerto de solidariedade Live Aid. Com dois espetáculos a serem transmitidos pela televisão simultaneamente para todo o mundo em dois Estádios cheios: Wembley, em Londres e no JFK em Filadélfia, nos Estados Unidos. 

Uma das maiores transmissões em larga escala por satélite em televisão. Este dia foi o suficiente para arrecadar cerca de 150 milhões de libras para a grande e nobre causa e um grande incentivo para Bob Geldof que continuou a viajar por todo o mundo na luta contra a fome em África. 

Em reconhecimento, recebeu já vários prémios e condecorações, entre eles o título honorário de Cavaleiro, atribuído pela Rainha de Inglaterra e uma nomeação para Nobel da Paz. 

Geldof foi casado durante muitos anos com Paula Yates, apresentadora de programas de televisão sobre música. Tiveram três filhas, a quem deram nomes muito pouco comuns: Fifi Trixibelle, Peaches HoneyBlossom e Pixie. 

Em 1994, Paula Yates 'trocou-o' por Michael Hutchence dos INXS. Ainda tiveram uma filha, mas 3 anos depois, Hutchence suicidou-se (como é público). Foi nesta altura que Bob Geldof entrou em tribunal e ficou com a custódia das três filhas. Paula, entretanto, também morreu com uma overdose e Bob trouxe a filha do seu casamento com Hutchence para perto das irmãs. 

Desde 2000, que dedica o seu tempo a África. Recentemente, e ao lado de Bono dos U2, está na luta pelo perdão da dívida externa das nações mais pobres do mundo. Foi com esta 'ideia fixa' , vinte anos depois do Live Aid, que a 2 de julho de 2005, organizou o Live 8, onde participaram uma série de países que faziam parte do G8. Mais de 1000 músicos subiram ao palco, 182 redes de televisão e 2000 estações de rádio transmitiram o espetáculo para todo o mundo. 

Uma história de vida tão longa e tão rica não se conta assim, portanto pode descobrir mais na sua página oficial: www.bobgeldof.info

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cinema dos Anos 80: Hot Moves


terça-feira, 9 de abril de 2013

Cinema dos Anos 80 - Bueller's Day


domingo, 7 de abril de 2013

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cantoras Portuguesas - Adelaide Ferreira



Adelaide Ferreira nasceu no dia 1 de Janeiro de 1960 em Minde.  Aos 3 anos, mudou-se para as Caldas da Rainha, onde teve o seu primeiro contacto com as artes, ao substituir a sua irmã mais velha, Laurinda, numa peça infantil.

Ruma para Évora, em 1976, para participar no Curso de Formação de Actores Profissionais. Após um ano de curso, foi contratada pelo Grupo 4 do Teatro Aberto onde permaneceu durante três anos. 

Em 1979 entra no filme "Kilas, o Mau da Fita" de José Fonseca e Costa, aparecendo na banda sonora a cantar o tema "Balada da Rita". Em 1980 consegue o  seu primeiro papel como protagonista na peça "Andorra", ao lado de António Rama. 

Durante esse período gravou dois discos a solo pela mão de Paulo de Carvalho, um dos temas foi o grande êxito radiofónico "Meu Amor Vamos Conversar os Dois".

Participa nas semi-finais do Festival RTP da Canção de 1980 com o grupo As Alegres Comadres, formado por Adelaide Ferreira, Mila Ferreira, Ana Bola e Helena Isabel.  

Vai para o Algarve com o namorado, Luís Fernando, para cantar em bares. Quando volta a Lisboa é desafiada a gravar um disco. Assim, em 1981 é editado o single "Baby Suicida", tema composto por ela e por Luís Fernando num quarto de uma pensão. O disco vendeu mais de 20 mil exemplares.

"A Tua Noite", o lado b do single, atinge o primeiro lugar da tabela "TNT - Todos No Top".

Adelaide Ferreira junta-se aos Preço Fixo. Os Preço Fixo eram formados por Necas (bateria), Luís Fernando (viola), Vasco Alves (viola-baixo), Eduardo Quintela (teclas) e Carlos Borracha (viola-solo). Tó Freitas entra para o lugar de Necas. Ainda em 1981 lançam um novo single com os temas "Bichos" e "Trânsito". Vasco Alves é substituído por Zacarias.

Chega a gravar um álbum para a editora Vimúsica mas que não seria editado devido a problemas contratuais.

Em 1983 é editado um máxi-single com os temas "Não, Não, Não" e "A Danada do Rock'n'Roll". O disco foi gravado em Madrid, numa produção dirigida e  realizada por Joni Galvão. Na capa aparece apenas o nome Adelaide, situação que se voltaria a repetir em outros lançamentos posteriores.

Participa no Festival RTP da canção de 1984 com o tema "Quero-Te, Choro-Te, Odeio-Te, Adoro-Te". Vence o prémio de interpretação mas fica apenas em 5º lugar.

No mesmo ano alcança o segundo lugar no Festival da OTI, no México, com a música "Vem No Meu Sonho", da autoria de Luís Fernando. Foi convidada a gravar em espanhol pela Polygram espanhola mas esse projecto não se chegaria a concretizar.

Em 1985 representa Portugal no Festival da Eurovisão, que se realizou na Suécia, com o tema "Penso em Ti (Eu Sei)".

O seu primeiro álbum, "Entre Um Coco e Um Adeus", com produção de Ramón Galarza, é editado em Maio de 1986. O disco apresentava uma música de sabor mais "tropical". Os maiores sucessos deste disco foram a balada "Papel Principal" e "Coqueirando".

Participa como actriz no filme "Ana" e na conhecida série "Duarte & Companhia".

Em 1989 volta ao estilo roqueiro com "Amantes e Mortais" ("Fast And Far" na versão inglesa). O disco foi gravado em Lisboa (no Angel Studio) e em França, no Studio du Palais des Congrés, com produção de Jean Louis Milford dos Century. O tema em maior destaque foi "Dava Tudo" (All The Tears We Cried" na versão inglesa). O disco chegou a ter distribuição internacional pela alemã SPV.

Aparece na série de programas "Grande Noite" de Filipe Lá Féria. Em 1991 faz locução, separadores, sinal horário e jingles cantados da Rádio Nostalgia. E em 1993 e 1994 faz locução para Tv e Rádio da revista "Marie Claire".

Regressa aos discos em 1995 com o álbum "O Realizador Está Louco". O tema mais conhecido deste disco é a balada "Alma Vazia". No ano seguinte colabora no tema "Novo Amanhã" da iniciativa "Correr Contra A Sida".

Em 1998, a BMG lança o álbum "Só Baladas", que reúne as suas baladas antigas mais bonitas e mais seis inéditas. O primeiro single é uma nova versão de "Papel Principal" com a colaboração de Dulce Pontes. Outro dos convidados deste disco foi Fernando Girão ("Olho A Vida Nos Olhos").

Participa num tributo a George Gershwin com o tema "They Can't Take That Away From Me".

Dois anos depois  é editado o álbum "Sentidos", em que se destacam os temas "Gostar de Alguém Assim", um original de Luís Pedro Fonseca, e "Ainda Te Sinto Tão Perto".

Nos anos seguintes participa como actriz em várias séries de televisão, tais como "Alves dos Reis", "Bastidores", "Segredo de Justiça"  e "Ganância".

Em 2001 é escolhida para interpretar "Outro Sol", a canção principal da terceira edição do programa Big Brother.

Colabora com Roberto Leal no tema "Nau de Paz", do álbum "Uma Carreira em Dueto", de 2003.

Lança novo disco em 2006. O álbum "Mais Forte Que A Paixão", com produção de Luís Jardim.

Regrava alguns dos seus sucessos no disco "O Melhor de".

Participa no disco dos Black Company.

(1) Entrou para o teatro dos Quatro onde actuou nas peças "Os Macacões" e "O Caso  da Mãozinha Misteriosa" (foi lançado o EP homónimo que contou com a participação de Adelaide Ferreira), ambas da autoria de José Carlos Ary dos Santos, onde apareciam nomes como Paulo de Carvalho e Fernando Tordo. Desse convívio e dessa mistura: dança, teatro e música, logo surgiu a oportunidade de gravar um primeiro single.

(2) «A segunda oportunidade de internacionalização aconteceu quando o manager da Madonna ouviu o álbum "Amantes e Mortais" e se interessou muito. Mas tudo acabou sendo inviabilizado economicamente pelo meu produtor executivo.» AF

(3) Com o nascimento da filha, Luana, achou que não devia passar tantas inquietações à criança. Queria concentrar-se apenas na criança, e optou por criar temas mais confortáveis. Por isso resolveu reunir as baladas todas num só disco.

DISCOGRAFIA
Entre Um Coco e Um Adeus (LP, Polygram,1986)
Amantes e Mortais/Fast And Far (2LP, MBP, 1989)
O Realizador está Louco (CD, Vidisco, 1996)
Só Baladas (Compilação, BMG, 1998)
Sentidos (CD, BMG, 2000)
Mais Forte Que A Paixão (CD, Farol, 2006)
O Melhor de Adelaide Ferreira (Compilação, Farol, 2008)

SINGLES
Meu Amor (Vamos Conversar os Dois)/Maria (O Dia Não Quer Nascer) (Single, Boom/Nova, 1979)
Espero por Ti/Alegria Em Flor (Single, Nova, 1980)
Baby Suicida/A Tua Noite (Single, Vadeca, 1981)
Bichos/Trânsito (Single, Vadeca, 1981)
Não, Não, Não/A Danada do Rock'n'Roll (Máxi, Polygram, 1983)
Quero-Te, Choro-te, Odeio-Te, Adoro-te/Instrumental (Single, Polygram, 1984)
Penso em Ti, Eu Sei/Vem No Meu Sonho (Single, Polygram, 1985)
Coqueirando (Single, Polygram, 1986)
Papel Principal (Single, Polygram, 1986)

COMPILAÇÕES SE
A Arte e a música (Compilação, Universal, 2004)

Colectâneas
Summer Star's (1985) - So Sad (Losing You)
Festa de Abril (1987) - Na Raíz da Memória 
Tribute To George Gershwin (1998) - They Can't Take That Away From Me
BB3 (2001) - Outro Sol
O Olhar da Serpente (2002) - O Olhar da Serpente

NO RASTO DE...
Luís Fernando é músico da banda de Luís Represas.

Tó Freitas esteve na banda até 1983. Necas fez parte da Banda Atlântida de Lena d'Água.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Cantoras dos Anos 80 - Kim Karnes



"I write from what's in my heart, I never had any other thought in my mind. I was gonna write songs, I was gonna be a star and a singer and I never thought of doing anything else." Kim Carnes 

Nasceu em julho de 1945. A sua voz rouca, muito rouca segundo a própria, é resultado de muitos anos a cantar em bares cheios de fumo. Foi no final dos anos 60 que, na Igreja que frequentava (New Christy Ministrels), conheceu Dave Ellingson com quem casou e com quem viria a escrever, até hoje, a maioria das suas composições. 

Depois de alguns discos editados, é em 1975 que consegue levar à tabela de vendas uma música sua: 'You're A Part Of Me', mas apenas dentro dos Estados Unidos. O mesmo aconteceu dois anos depois com a música que a levou a ganhar o 1º lugar no Festival da Canção Americana... 'Love Comes From Unexpected Places' que ganhou ainda mais força quando Barbra Streisand a incluiu num dos seus discos. 

A grande reviravolta na carreira de Kim Carnes chega com os anos 80. A começar pelo enorme êxito de 'Don't Fall In Love With A Dreamer', em dueto com Kenny Rogers, seu amigo já dos tempos da Igreja que frequentavam. Embora fizesse parte de um álbum de Kenny Rogers, esta música foi composta por Kim Carnes e pelo seu marido. Mais tarde, conseguiu ficar entre as 10 mais da tabela americana com a versão que fez da música de Smokey Robinson and The Miracles, 'More Love'. 

Foi em 1981, uma proeza! Nove semanas seguidas no 1º lugar do Top dos EUA e em muitos outros países em todo o Mundo. Ganhou o Grammy de Melhor Música e Melhor Álbum de 1982. Bette Davis, a atriz de quem se fala, escreveu a Kim Carnes a agradecer e fez questão de a conhecer pessoalmente. Anos mais tarde, num espetáculo em tributo à atriz, pouco antes da sua morte, Kim Carnes não faltou com a sua música. 

Em 1983, 'I'll Be Here Where The Heart Is' fez parte da banda sonora do filme 'Flashdance' que arrecadou nesse ano o Grammy de Melhor Banda Sonora. 
Mais tarde apareceu com um novo álbum de originais: 'Chaisin' Wild Trains'. De Dave Ellingson de quem tem dois filhos, Collin e Ry. Ry seguiu os passos da mãe e também é músico. 

E mais uma curiosidade: A cantora Tori Amos, na sua música 'Glory of the 80's', não esquece Kim Carnes: «In the glories of the eighties, I may not have to die; I'll clone myself like that blonde chick that sings 'Bette Davis Eyes'».

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Cinema dos Anos 80: Crocodilo Dundee II


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