quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

sábado, 27 de dezembro de 2014

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Cantores dos Anos 80 - Fernando Marques


Fernando Marques nasceu no Porto em 1955. Lançou o álbum "Suave" em 1987 que contava com a participação de Vitorino no tema "Anúncio".

Em 1990 foi editado o disco "Cantigas de Gil Vicente - A Barca da Vida" que foi um dos discos nomeados aos Prémios José Afonso desse ano.

Em 1997 lançou o álbum "O Encontro das Águas".

"Águas Que O Rio Leva ao Mar" é editado pela BMG com temas dos 3 discos que editou entre 1979 e 1987. Os temas são "Cais Da Pimenta", "Gin", "Meio Mundo Engana O Outro", "Aos Poetas Moçambicanos", "Onde Me Levas Águas Do Tejo", "No 24", "Rosa", "Desabafo", "Mário De Angola", "As Palavras" e "Desengano".

DISCOGRAFIA
Suave (LP, Fotossonoro, 1987)
Cantigas de Gil Vicente - A Barca da Vida (CD, Ovação, 1990)
O Encontro das Águas (CD, Ovação, 199*)
Águas Que O Rio Leva Mar (Compilação, BMG, 1997)

NO RASTO DE ...
Fernando Carmino Marques é doutorado pela Universidade de Paris-la Sorbonne, onde lecciona Língua, Cultura e Literatura Portuguesa desde 1992. Na mesma Universidade obteve o grau de mestre em Musicologia. Tem estudos publicados sobre teatro português do século XIX (José Agostinho de Macedo, Camilo Castelo Branco e António Nobre) e musicou Gil Vicente e Bernardim Ribeiro.

Biografia retirada daqui

domingo, 21 de dezembro de 2014

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Jogos Retro - Contra

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

sábado, 13 de dezembro de 2014

Grupos Musicais dos Anos 80 - Ferro e Fogo


A primeira actuação a sério dos Ferro & Fogo foi em Janeiro de 1978, no pavilhão do Beira Mar, em Aveiro, com os Tantra. O grupo era formado por João Carlos (voz; ex-Hosanna) e pelos ex-Plutónicos Necas (guitarra), Alfredo Azinheira (baixo) e Mário Rui (bateria).

Começam por fazer versões de bandas de hard-rock mas a partir de 79/80 passam a fazer originais.

Assinam com a Metro-Som e em 1981 é editado o single "Super Homem". O grupo era formado por Franjas, Alfredo, Necas, Carlos e João Carlos.

Em Fevereiro de 1982 sai um segundo single, com os temas "Santa Apolónia" e "Gaja Marada", e em Julho é editado o álbum "Vidas". Nesse ano fazem a primeira parte dos concertos dos Classix Nouveaux no Porto (Pavilhão Infante Sagres) e Lisboa (Pavilhão do Restelo).

Em Abril de 1984 foi editado, através da Discossete, o single "Oxalá". O grupo acaba por se desligar da editora pois tinha de pagar para ter discos. Entretanto compõem as bandas sonoras de várias peças de teatro infantil, entre as quais a peça "D. Quixote", exibida várias vezes na RTP.

Em 1986 deslocam-se ao estrangeiro para actuar para as comunidades portuguesas. Apresentam-se ao vivo em Bruxelas e em Roubaix (Norte de França).

Iniciam o circuito de bares e discotecas, por todo o país, fazendo "covers" e sendo especialmente conhecidos por fazerem versões de Iron Maiden e Whitesnake.

Em Janeiro de 1993 actuaram na "Dinofesta", organizada pelo jornal "BLITZ", conjuntamente com os UHF e Os Cavacos. A formação incluía João Carlos e Necas, quinze anos depois, e ainda Fernando Pinto da Costa (teclas), Xico Merg (guitarra), Paulo Caldas (bateria) e Paulo Ribeiro (baixo).

DISCOGRAFIA
Super Homem/Vai de Roda, Vem de Rock (Single, Metro-Som, 1981)
Santa Apolónia/Gaja Marada (Single, Metro-Som, 1982)
Vidas (LP, Metro-Som, 1982)
Oxalá/Homem das Mulheres (Single, Discossete, 1984)

NO RASTO DE...
O grupo continua bastante activo com João Carlos e Necas. Mantendo um repertório de "covers" de Rock.
João Carlos participou nos programas "Chuva de Estrelas", "Casa de Artistas", "Cantigas da Rua", entre outros.
Alfredo Azinheira fez parte do duo Nevada que venceu o Festival da Canção de 1987.

Biografia retirada daqui

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

domingo, 7 de dezembro de 2014

Jogos Retro - Final Fight

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Grupos Musicais dos Anos 80 - FAS - Fantásticos Abridões da Selva

O Os F.A.S. (Fantásticos Abridões da Selva) formaram-se em Cascais na altura do 1º concurso de Musica Moderna do Rock Rendez-Vous.

O grupo era formado pelos ex-Popeline Beije Alexandre Correia (Guitarra) e João Barros (Viola-baixo) e pelos ex-Opera Nova Pedro Veiga (teclas, sequencer) e Luis Filipe (Beethoven).

O grupo ficou em 6º lugar no concurso do RRV por isso foram umas das bandas escolhidas para a compilação do RRV. A música que ficou registada, "Europeus Modernos", foi gravada em 22/04/1984, com produção de Manuel Cardoso (ex-Tantra).

O grupo acabaria pouco tempo depois. Como diz Alexandre Correia «estas bandas pioneiras tinham tendência a desaparecer porque a finalidade era mesmo o gozo que na altura existia em tocar e compor».

DISCOGRAFIA
Ao Vivo No Rock Rendez-Vous em 1984 (1984) - Europeus Modernos 

NO RASTO DE...
Beethoven é DJ. Em 2006 lançou com Carlos Maria Trindade um disco do ptojecto No DATA.

Biografia retirada daqui

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

sábado, 29 de novembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

terça-feira, 25 de novembro de 2014

domingo, 23 de novembro de 2014

Cantoras dos Anos 80 - Eugénio Melo e Castro


Eugénia Melo e Castro (Maria Eugénia Menéres de Melo e Castro) nasceu, na Covilhã, em 6 de Junho de 1958. O seu avô Ernesto era maestro, compositor e violonista por isso não foi de estranhar que aos três anos já tivesse aulas de piano. 

Nos anos de 1977 e 1978, Eugénia fez parte do grupo de teatro "A Barraca". Ainda nesse período, participa no filme "Prá Frentex" de Joaquim Leitão. 

No verão de 1979 grava, com a colaboração de Júlio Pereira e Jaime Queimado, uma maqueta de quatro originais que se destinavam ao seu primeiro álbum (1).  Em 1980 é a apresentadora do programa "Quadrados e Quadradinhos" da RTP. 

Antes de lançar o seu primeiro disco, já tinha participado como cantora em discos de Sérgio Godinho, Júlio Pereira, José Afonso e Fausto. Foi também a autora e intérprete da música da conhecida série de animação "Ouriço Cacheiro". E foi uma das fundadoras da cooperativa de música "Era Nova" com nomes como Sérgio Godinho ou Fausto.

Em 1981 desloca-se ao Brasil (2) onde trava conhecimento com o músico Wagner Tiso. O seu primeiro disco, "Terra de Mel", com a participação de músicos portugueses e brasileiros é editado no início de 1982.

O disco "Águas de Todos Ano", gravado no Brasil, foi editado em 1983. O single de apresentação incluía o tema "A Dança da Lua", em dueto com Ney Matogrosso.

Participa como actriz na telenovela "António Maria", da Rede Manchete, com Sinde Filipe. O tema do genérico é "A Dança da Lua". Em 1985 participa ainda no tema "Emissário de um Rei Desconhecido" do disco "Música em Pessoa". Uma música composta por Milton Nascimento sobre um poema de Fernando Pessoa, gravada com a participação especial de Toninho Horta no violão.

O álbum "Eugénia Melo e Castro III", gravado no Rio de Janeiro, em 1986,  inclui temas produzidos por  Wagner Tiso, Guto Graça Mello, Toninho Horta e Tulio Mourão.

A cantora é operada à tiróide. Após a convalescença grava o disco "Coração Imprevisto" no qual é acompanhada pelo piano de Wagner Tiso. No disco, editado em Fevereiro de 1988,  participam também os brasileiros Caetano Veloso e Zeca Assumpção e os portugueses Carlos Zíngaro e Pedro Caldeira Cabral.

Em 1989 é editada a dupla colectânea "Canções e Momentos" com uma selecção de temas dos discos "Terra de Mel", "Águas de Todo o Ano" e "Eugénia Melo e Castro III", dois temas novos ("Todo o Sentimento" e "Canções e Momentos") e uma nova versão de "Terra de Mel" com arranjos de Mário Laginha.

Em Setembro realiza seis espectáculos, com lotação esgotada, no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro. No Brasil recebe três prémios: o da crítica, o da imprensa brasileira e internacional e o da "mulher do ano" atribuído pela revista "AZ" de São Paulo.

Colabora no disco "Cais" de Ronaldo Bastos onde interpreta, em dueto com Ney Matogrosso, o tema "A Luz do Meu Caminho".

O disco "Amor é Cego e Vê", de 1990, inclui versões de temas portugueses do princípio do século alguns dos quais recolhidos no arquivo da RDP. Participam no disco nomes como Milton Nascimento, Gal Costa, Chico Buarque, Caetano Veloso e Ney Matogrosso. O espectáculo gravado pela TV Cultura no Memorial da América Latina, em S. Paulo, foi considerado um dos dez melhores do ano pela critica brasileira.

É apenas em 1990 que se estreia ao vivo em Portugal sendo um dos concertos no Teatro S. Luiz. Os espectáculos  contaram com a direcção musical de Mário Laginha.

Em 1993 é editado "Lisboa Dentro de Mim - O Sentimento De Um Ocidental". O disco é apresentado ao vivo no Centro Cultural de Belém.

O disco "Eugénia Melo e Castro Canta Vinicíus de Moraes" é editado em 1994. No ano seguinte colabora em "Amarga Vinha" de Carlos Lyra.

No disco "Ao Vivo Em São Paulo", gravado em São Paulo, em Novembro de 1995, interpreta criações de Tom Jobim e Vinicíus de Moraes" e versões de "Fado Tropical", "Argonautas" e "Fado Lisboa".

Participa como actriz no filme "Bocage, o Triunfo do Amor" de Djalma Limonge Batista. No filme interpreta o tema "Liberdade", poema de Bocage musicado por Livio Tragtemberg.

Colabora com o músico Fábio Tagliaferri no tema "Pela Manhã".

Em 1999 produz e apresenta o programa "Atlântico" que teve a participação de Nélson Motta, como convidado especial.

Nos dias 2, 3 e 4 de Junho de 2000, apresenta no Sesc Pompéia, em São Paulo, o espectáculo "Surpresas", com direcção de Wagner Tiso.

Em Novembro de 2000 são editados em Portugal os discos "A Luz do meu Caminho" e "Canta Vinicius de Moraes".

Em 2001, a cantora lança no Brasil a compilação "Eugénia Melo e Castro.com" e reedita os álbuns "Eugénia Melo e Castro canta Vinicius de Moraes", "Vaga Azul" (lançado originalmente como "EMC III") e "Eu Não Sei Dançar" ("Lisboa Dentro de Mim" aquando da 1ª edição em 1993). 

Em 2001 foi editado o disco "Recomeço", título escolhido para o primeiro disco da cantora, com os temas da maqueta que originou o disco "Terra de Mel", numa versão remasterizada. 

"Motor da Luz", gravado ao vivo, em Junho de 2000, é editado em Novembro de 2001. O disco que se esteve para chamar "Surpresas - 20 anos de Brasil" inclui  o tema "Surpresas", um inédito de Gonzaguinha com letra da cantora.

Em 2002  passa a assinar como Eugénia MC e é editado o CD "Paz". A cantora assina todas as letras e co-assina as músicas com o produtor do disco, Eduardo Queiróz. Recupera ainda o tema "Dentro" escrito em parceria com Pilar.

Grava "Paz ao Vivo" com edição prevista para o Natal de 2003. O single "dança_da_lua.2004.doc" (com a "moonshine mix" e "club remix" de "A Dança da Lua") foi lançado em Agosto. Grava em S. Paulo um show especial para a Sony Music Entertainment Television, para exibição nesse canal de televisão e edição em DVD.

O álbum "Des construção" é dedicado a Chico Buarque, o qual colabora nos temas "Olé olá", "Injuriado" e "Bom Conselho".

Em 2007 edita um disco com versões de temas portugueses, como "Amor", "Sonho Azul" ou "Romaria".

(1) "Recomeço" foi editado em 2001. A maqueta incluía os temas "Instrumental" e "Recomeço" (gravados como "Beco do Tiso" e "Começo de Mar") e mais quatro inéditos.

(2) «Eu defino este meu trabalho entre Brasil e Portugal como uma ponte feliz» EMC/JT

DISCOGRAFIA
Terra de Mel (LP, Polygram, 1982)
Águas de Todo O Ano (LP, Polygram, 1983)
Eugénia Melo e Castro III (LP, Polygram, 1986)
Coração Imprevisto (LP, EMI, 1988)
Canções e Momentos (Compilação, Polygram, 1989)
Amor é Cego e Vê (LP, Polygram, 1990)
Lisboa Dentro de Mim (CD, BMG, 1993)
O Melhor de Eugénia Melo e Castro  (Compilação, Polygram, 1993)
Canta Vinicíus de Moraes (CD, Megadiscos/Som Livre, 1994)
Ao Vivo Em São Paulo (CD, Som Livre, 1996)
Canta Vinicíus de Moraes (CD, Sony, 2000)
Ao Vivo Em São Paulo (CD, Som Livre, 2000)
A Luz do Meu Caminho (CD, MVM, 2000)
Eugenio Melo e Castro.com - Duetos (Compilação, Eldorado, 2001) - Brasil
Recomeço (CD, Som Livre, 2001)
Motor da Luz (CD, Som Livre, 2001)
Paz (CD, Som Livre, 2002) (como Eugénia MC)
Des Construção (CD, Megamúsica, 2005) (como Eugénia MC)
POPortugal (CD, Universal, 2007)

SINGLES
Beco do Tiso/Terra de Mel (Single, Polygram, 1981)
Dança da Lua/Meu e Assim (Single, Polygram, 1983)
dança_da_lua.doc.2004 (Single, Som Livre, 2003)


COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Eugénia Melo e Castro/Gardénia Benrós (Compilação, Universal, 2001) 
A Arte e A Música (Universal, 2004)

Colectanêas
António Maria (1985) -
A Música Em Pessoa (1985) - Emissário De Um Rei Desconhecido
Bocage - O Triunfo do Amor (1998) - Liberdade
Songbook Chico Buarque (1999) - Tanto Mar (c/ Wagner Tiso)

Biografia retirada daqui

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Grupos Musicais dos Anos 80 - Essa Entente


O grupo foi formado em 1984. O grupo de Paulo Riço (voz e guitarra, ex-Ezra Pound), Paulo Sousa (guitarra), Paulo Salgado (baixo) e Paulo Neto (bateria, ex-Spray, ex-Ocaso Épico) deu-se a conhecer através do 2º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez Vous onde venceram uma das eliminatórias.

O tema "La Féria", com produção de Nuno Rebelo, foi  incluído na compilação "Divergências" da Ama Romanta. 

"Festa Final", gravado em Junho de 1986, aparece na compilação "Sons e Temas do II CMM".

Concorrem ao III Concurso de Música Moderna do Rendez-Vous onde ficaram em 2º lugar, a 20 votos dos Rongwrong e com mais 28 do que os Seres.

O acordeonista Manuel Machado (ex-Ocaso Épico) entra para a banda em 1987.

O disco de estreia dos Essa  Entente, produzido por Manuel Faria,  foi editado em Maio de 1989. O álbum incluía temas como  "Festa Final", Distante Melodia", "Pets-de-Loup" e "Dança  Nua".

As gravações do segundo disco chegaram a ser anunciadas mas nunca concretizadas.

Em 1994 participaram no disco de homenagem a José Afonso  depois de vencerem o concurso organizado para escolher três dos grupos participantes no disco, os restantes tinham sido convidados.


DISCOGRAFIA
Essa Entente (LP, Polygram, 1989)
Dança Nua/Pets-de-Loup (Single, Polygram, 1989)

Colectâneas
Divergências (1986) - La Féria
Música Moderna Portuguesa Volume 2 (1986) - Festa Final
Festa da Cerveja, na Cervejaria Real Lusitana (1986) - O Que Quero É Mais Um Copo!
Os Filhos da Madrugada (1994) - Senhor Arcanjo

FORMAÇÃO
Paulo Riço (voz, guitarra acústica) 
Paulo Salgado (baixo) 
Paulo Sousa (guitarra)
Manuel Machado (acordeão, teclas)
Paulo Neto (bateria)

NO RASTO DE...
Paulo Salgado esteve nos Pop Dell'Arte. Actualmente trabalha na Vachier & Associados onde é manager de Camané e de outros artistas.
Paulo Sousa passou pelos Transeuntes e Komintern. Paulo Sousa entrou para os D' Age, em 1994. 
Paulo Neto tocou com os  K4 Quadrado Azul.
Manuel Machado, que antes dos Essa Entente tinha feito parte dos Ocaso Épico,  chegou a tocar numa das primeiras formações dos Angra de Budismo de Farinha.

Biografia retirada daqui

terça-feira, 11 de novembro de 2014

domingo, 9 de novembro de 2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Grupos Musicais dos Anos 80 - Entes Queridos


Em 1985 ficaram em 2º lugar no Festival nacional da Nova Música Rock e foram considerados banda revelação do ano e esperança de 1986.

Em 1986, com um novo vocalista, Lourenço Rocchi (ex-Culto da Ira), mudam de nome para Fado Colorado e concorrem ao 3º Concurso RRV. Os outros elementos eram Jorge Paxá (bateria), Hermínio Tavares (guitarra), Rogério Correia (baixo), Alfredo Allen (guitarra) e José Augusto (percussão).

Zé Augusto (voz), Herminio Tavares (guitarra), Rogério Paulo (baixo) e Jorge Costa (bateria) retomam a designação Ente Queridos e em 1987 gravam a k7 "Desta Vez Para Sempre...", editada pela portuense K7 xunga!(1).

Entre 1987 e 1988, Herminio Tavares toca com os GNR com quem grava o EP "Videomaria". Depois de 8 meses nos GNR  volta aos Entes Queridos.

Em 1990 gravam o teledisco de "A Bela Aurora" para o programa Pop Off. O grupo é um dos finalistas do Concurso Rock/Pepsi.

José Augusto Pereira (voz e teclas), Jorge Costa (bateria), João Alírio (baixo) e Hermínio Tavares (guitarra) gravam o álbum "Folhas Caídas", produzido pelo grupo e por Fernando Augusto Rocha, que é lançado pela MTM. Ricardo Nunes (Af Gang) participa nos coros e Pedro Abrunhosa (A Maquina do Som) toca contrabaixo no tema "Dentro do Jardim".

(1) A K7 Xunga também editou cassetes de Nihil Aut Morts e Mata Ratos.

DISCOGRAFIA
Folhas Caídas (LP, MTM, 1991)

NO RASTO DE...
O baixista Alfredo Allen (Fado Colorado) fez parte dos Terra Mar com quem gravou o disco "Não Me Sigas Na Calçada"(MTM, 1992).

Entes Queridos--Hermino--vocalista Zé Augusto saiu + Rogério do baixo para aguitarra--

Biografia retirada daqui

sábado, 1 de novembro de 2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Jogos Retro - Kaboom

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Jogos Retro - Kung Fu Remix

sábado, 25 de outubro de 2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Grupos Musicais dos Anos 80 - Ena Pá 2000


Naturais da Foz do Arelho, os cinco elementos dos Modess & Aderentes começaram por ensaiar numa garagem e por tocar nas discotecas da zona. Depois resolveram ir para Lisboa à procura da sorte. É em Lisboa que conhecem aquele que viria  a ser o sexto elemento do grupo. 

O grupo decide mudar de nome para Ena Pá 2000. Os seis elementos eram Lello Vilarinho (1) (voz, violoncelo, trompete e bandolim), Pão Diospiro (guitarra sintetizadora), Francis Ferrugem (percussão), Pepito Durex (saxofone, viola, trompa), Manuel Anão (contrabaixo) e Joselito Desirato (bateria).

 Concorrem ao 4º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vouz mas acabam por desistir depois de assinar contrato com a CBS.

Ainda em 1987 é editado o seu primeiro single com os temas "Telephone Call" e "Pão, Amor e Totobola". As músicas eram do grupo e as letras de Armindo Cerejeira, um poeta popular da sua terra.

Os espectáculos, organizados pelos Modess Aderentes, eram inesquecíveis. No jornal Blitz eram apresentados como um tipo com um funil na cabeça, a cantar canções como "Sexo na Banheira" ou "Mulheres Boas", e as Valquírias a mexer-se muito e a cantar pouco.

O álbum de estreia foi gravado em Março de 1989 (2) nos estúdios Tchá Tchá Tchá, com produção do próprio grupo e de Moz Carrapa. As misturas seriam feitas no ano seguinte. Após as recusas da Polygram e da EMI, o disco só seria editado no final de 1991, através da El Tatu. 

Em Dezembro de 1990 estrearam o palco do Johnny Guitar.

Em 1992 é editado "Enapália 2000" que é uma transposição "revista e aumentada" para CD do primeiro álbum do grupo. 

Manuel João Vieira é entrevistado na 100ª emissão do programa "Pop Off" que foi para o ar duas semanas antes do arranque da Sic e que uma jornalista do DN pensou tratar-se de uma televisão pirata.

O álbum "És Muita Linda" é editado em Novembro de 1994. O disco contou com a participação de Vitorino(3)e Janita Salomé ("Rap Alentejano"), Gimba, João Paulo Feliciano e Bernardo Sassetti.

Lançam o single "Doces Penetrações" em 1996. No ano seguinte é editado o álbum "Opus Gay" com uma capa inspirada nos clássicos da editora Deutsch Gramophone.

Em 1999 é editado o CD "2001 - Odisseia No Chaço".

Em Março de 2004 foi lançado o álbum "A Luta Continua!". No disco aparecem temas como "Mulher do Norte", o velhinho "Rosário", "Pudim" e "Tourada". Como convidado especial aparece o lendário guitarrista Filipe Mendes em virtude do anterior guitarrista ter ido para a China.

Em Abril de 2004 actuaram em Fundação de Serralves aquando da iniciativa "6=0 Homeostética - 48th Kavod Party", que durante dois dias fez uma retrospectiva dos Homeostéticos. Foi também lançado na ocasião o livro "Só Desisto se For Eleito" de Manuel João Vieira.

Em 2005 é editado um DVD com o concerto do dia 30 de Novembro de 2004, realizado no Paradise Garage, por ocasião dos 20 anos de existência do grupo.

(1) O líder do gupo, o carismático Manuel João Vieira, tem mudado de nome: Lello Vilarinho, Lello Marmelo, Lello Minsk, Lello Universal, Conégo Lello, Lello Orgasmo Carlos, etc... No disco de 1999 aparece citado como Lello Nimoi, na realidade Lelo Nimoid, só que uma gralha fez desaparecer o "d".  

«Eu acho que os nomes que um gajo arranja são como as marcas. Tu tens uma fábrica onde produzes vários produtos. Imagina que produzes detergente e lhe dás um nome. Não pode ser o mesmo nome que dás ao sabão. Mas imagina que és japonês e és extremamente diversificado em termos de produtos que podes fabricar. Também produzes carros. Vais ter que ter um outro nome e chamas a uma merda qualquer Omo e a outra chamas...É tudo a mesma coisa...» MJV/Clix

(2) Entretanto, alguns elementos do grupo fizeram parte dos Tina And The Top Ten, "the first portuguese "fake" american band. O grupo era composto por Dr. Top, Tina Costa, Louis Desirat, The baron, Johny Money e Plastic Mimi e Cosmic Rita, nos coros.

(3) Em 1983, Manuel João e os primos  "participaram" no disco "Flor de La Mar" de Vitorino. Nessa altura ainda se chamavam Banda Almôndega (no início dos anos 80 contava com Manuel João Vieira e Vitorino). MJV fez arranjos para bandolim nesse disco. Ainda antes dos Ena Pá 2000, o seu primo João Lucas tocava acordeão e ele tocava bandolim e acompanhavam a banda do Vitorino.

DISCOGRAFIA
Telephone Call/Pão, Amor e Totobola (Single, CBS, 1987)
Projecto Ena Pá 2000 Project! (EP, El Tatu, 1991)
Enapália 2000 (CD, El Tatu, 1992)
És Muita Linda (CD, Discossete, 1994)
Doces Penetrações (Single, Discossete, 1996)
Opus Gay (CD, Discossete, 1997)
2001 - Odisseia no Chaço (CD, CD7, 1999)
A Luta Continua! (CD, Zona Música, 2004)

Colectâneas
Johnny Guitar (1993) - Hon Hin Hon

COMENTARIOS
«[Os Ena Pá 2000] Formaram-se a partir de pessoal do Campo de Ourique. Encontrávamo-nos nesse bairro, íamos a casa uns dos outros, bebíamos umas cervejas, fumávamos um charro e o que nós gostávamos realmente era de pegar numa guitarra e começar a inventar disparates. Compunham a banda o Eduardo Cunha que saiu entretanto, o Francisco Ferro, o Jóni, eu, o Manuel Duarte e a Mimi. O José Luís (baterista) veio depois. Nasceu como um grupo de bairro basicamente.» MJV/Musicoesfera 16.11.2004

Virtuosos tocadores e malabaristas de palco com largos anos de experiência no ramo, proporcionam momentos inesquecíveis com agradáveis subtilezas linguísticas e semânticas num jogo em que todos são convidados a entrar. Uma banda aparentemente vulgar que de vulgar não tem nada, as duas valquirias indicam o caminho a seguir ao longo da travessia pouco católica do Cónego Lello, também vulgarmente conhecido, no seio e nos seios das artes plásticas por Manuel João. "...Manuel João, cultiva o jardim secreto da pintura, aparecendo publicamente como líder e vocalista dos grupos rock Ena Pá 2000 e Irmãos Catita. Prima pelo ecletismo e irreverência, não conseguindo esconder porém a grande cultura musical nos temas que (des)constrói para as suas bandas..."

Cada disco dos Ena Pá 2002 é um grito no deserto, infelizmente não há ninguém que os oiça. LN/NM

[sou sempre eu e o Fernando Brito] mas há excepções. Há músicas que foram feitas colectivamente, uma ou duas foram feitas pelo Francisco Ferro, há até algumas que são da altura do João Lucas, mas de uma maneira geral são da parceria com o Brito. MJV/PJ

O Movimento Homeostético surgiu há duas décadas para propor que os artistas se auto-organizassem em relação aos modos de exposição e ao mercado e, hoje, dizem os fundadores, o "verdadeiro espírito do grupo é o da espontaneidade forçada". O movimento acabou por desaparecer em 1987 porque, explicou Manuel João Vieira ao PÚBLICO, "alguns artistas viram as exposições realizadas como tentativas de promoção individual em vez de se sobrepor a dinâmica de grupo". Além disso, acrescentou, hoje não é possível repetir a fase pós-revolucionária e pré-CEE. 

O tempo voltou mesmo para trás. Tal como em 1986, depois da abertura na Sociedade Nacional de Belas Artes da quinta e última exposição homeostética, "Continentes" - com trabalhos de humor irónico e irreverente de Fernando Brito, Ivo, Manuel João Vieira, Pedro Portugal, Pedro Proença e Xana, de 1982 a 1987 -, os Ena Pá 2000 atacaram o palco. 

À excepção do vocalista Manuel João Vieira, os Ena Pá não vestem a camisa homeostética mas têm tatuada a filosofia anti-banalidade. Os dez membros da banda de Oeiras - veio da mesma fornada dos Pop Dell'Arte, Essa Entente e Linha Geral - têm mais de 40 anos, mas parecem os mesmos "putos irreverentes". 

Nuno Passos / Público / 26.04.2004

«Havia uma ligação [com os Pop dell'arte e a Ama Romanta de João Peste] no sentido em que nós conhecíamos o trabalho deles. Éramos conhecidos de Campo de Ourique e tínhamos uma relação algo formal. Dizíamos olá mas nunca participámos num projecto comum.» MJV/Clix

EXTRA
Francisco Ferro = Francisco Xavier = Francis Ferrugem = Rei Bonga = Ray Bonga = Chiquito [Percussão, Congas]
Manuel João Vieira = Lello [voz]
Luís Desirat = Zé Liquido Rato = Zélito = Joselito Desirato [bateria]
Pedro Rijo = Pepe Mijo = Pepito Durex
Manuel Duarte = Manuel Anão = Escaravelho da Foz do Arelho = Nelo Vilarinho = Manuel A**as = Manel do Baixo [baixo]
João Santos = Juanito Porkys del Mar = Joni Pórkinho - Pão Diospiro [guitarra]

NO RASTO DE...
Os Irmãos Catita lançaram os discos "Very Sentimental" e "Mundo Catita".  A solo, Manuel João lançou o disco "Corações de Atum", sob a designação Lello Minsk & Shegundo Galarza.
Manuel João foi candidato à Presidência da República e à Camâra Municipal de Lisboa. É pintor.
Francisco Ferro é designer.
Manuel Duarte é Engº Agrónomo.
Luís Desirat tem vários projectos de música improvisada.
Eduardo Cunha - guitarra dos Ena pá 2000 
MD Os projectos embrionários dos irmãos catita Lello e Nelo (Irmãos Paralelos) actuavam em concertos.
Os Roxigénio com Filipe Mendes fizeram a 1ª parte do "merda concerto" dos Ena Pá 2000 no Pavilhão Carlos Lopes.
Vieira++João Lucas++Manuel Duarte++F. Ferro

Biografia retirada daqui

terça-feira, 21 de outubro de 2014

domingo, 19 de outubro de 2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Grupos Musicais dos Anos 80 - Emílio e a Tribo do Rum


Grupo de rockabilly formado em Lisboa no início de 1985. Actuam com bastante sucesso no audiovisual, no Fórum Picoas e no dia de Natal no RRV. O grupo era formado pelo guitarrista João, pelo vocalista Jorge Bruto, pelo guitarrista Pinela (que tinha tocado numa das primeiras formações dos Mata-Ratos) e pelo baterista Tó (António Forte).

Miguel Liberato (baterista) entra em meados de 1987 para substituir Tó.

Em Maio de 1988 os elementos do grupo diziam ao Jornal SE7E que "Ser Emílio era estar em todas". Há dois anos que andavam nisso e quase toda a malta nova os conhecia, principalmente na zona de Alvalade "onde paravam para tomar bicas".

O grupo já tinha vários êxitos como "Cadillac El Dorado", "Pernas", "Elvis, Elvis", "One Of This Days" e "Brand New Cadillac".

Nessa altura só pecavam as vozes o que foi corrigido com a entrada de Nazaré e Annie para os coros.

Jorge Bruto (vocalista, 23 anos), Johnny (guitarista, 20 anos, o único que estava desde o início do grupo), Eduardo (baixista com o 4º ano do conservatório em violoncelo clássico, 24 anos) e Miguel Liberato (baterista, 21 anos) eram a formação do grupo.

Ao vivo tocaram no Rock Rendez Vous, Manobras de Maio, Santiago do Cacém, Santarém e Porto. Os temas do grupo iam sendo divulgados em alguns programas de rádio mas o grupo nunca chegou a gravar.

Acabaram inesperadamente em Outubro de 1988. Jorge Bruto, Pinela e Nazaré formaram, ainda nesse ano, os Capitão Fantasma.

Em 1999 chegou a ser anunciada, mas não concretizada, a edição de um disco de vinil 10' que iria incluir temas gravados ao vivo em várias salas de espectáculos.

COMENTÁRIOS

Banda de Lisboa que apenas pecou por não deixar registo sonoro. Fica a memória de excelentes concertos e algumas maquetes muito bem guardadas por quem a elas teve acesso. Foi para muitos o ponto de arranque para formar uma banda. Com boas letras em português, o som era uma espécie de 50’s Rock n’Roll com influências bem marcadas de Blues, mas já com a presença de riffs de puro Rockabilly. Tinham como particularidade um dueto de backing vocals femininas. Terminaram em 1988, acabando Jorge Bruto (voz) e Pinela (baixo) por formar mais tarde os Capitão Fantasma. (Underworld Magazine, 2006)
 

NO RASTO DE ...

Os Capitão Fantasma eram formados por 3 ETR e por Manolo (ex-Crise Total).

António Forte tocou com os Osso Exótico. Trabalhou na produtora de televisão Latina Europa onde colaborou em programas como "Ícaro" e "Pop-Off"

Biografia retirada daqui
 

sábado, 11 de outubro de 2014

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

terça-feira, 7 de outubro de 2014

domingo, 5 de outubro de 2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Grupos dos Anos 80 - Ecos da Cave


Grupo de Santo Tirso formado em 1987. Os elementos do grupo eram Carlos Lima (guitarra e harmónica), Armindo (baixo), Francisco (guitarra), José Augusto Costa (bateria) e Alfredo (voz).

Em 1988 concorrem ao 5º Concurso do RRV onde chegam às meias-finais. O tema "Desejo" aparece na compilação "Registos" que incluí as oito bandas melhor classificadas . 

Alfredo sai do grupo em Setembro de 1989.

Chico Zé (guitarra), Armando Lima (baixo), Carlos Lima (guitarra, teclas, harmónica, voz), Zé Costa (bateria, percussão) e Rafael (voz) gravaram o seu disco de estreia entre Fevereiro e Julho de 1991 nos estúdios Pinguim.

O LP "As Papoilas do Campo Estéril" (ET91003) foi editado em Outubro de 1991 pela El Tatu. Temas do Lado A : "O Vôo da Gaivota na Praia Poluída", "Ariana", "Espírito Livre", "Belzebu" e "Dilema". Lado B: "Nocturnos", "4 Paredes", "Farrapo Hunano" e "Odeio Amar-te".

Em 1992 participam na primeira edição das Noites Ritual Rock. Apresentam algumas composições em inglês e uma versão de um tema de José Afonso.

Em 1993 foram cabeça de cartaz da primeira edição do Festival Paredes de Coura.

Em 1994, os Ecos da Cave gravaram nos Estúdios Avé Mania, com produção de Carlos Lima. O disco com o título provisório de "O Silêncio Extremo do Aborígena" iria incluir temas como "Com o Álcool", "Vejam Bem" (versão de José Afonso), "Drop Down Dead", "Grande Lua", "Corre Como Um Cão", "Nova Guerra", "Visão Utópica", "Parte P'ra Vida", "Velhote", "Defeitos Humanos" e "Nada".

O grupo acabaria por terminar em 1995.

DISCOGRAFIA
As Papoilas do Campo Estéril (LP, El Tatu, 1991)
Colectâneas
Registos (1989) - Desejo

NO RASTO DE...
José Costa tem uma agência de management, a Banzé, formada em 1997, que trabalha ou trabalhou com nomes como Naifas, Haus En Factor, Stealing Orchestra e Fat Freddy. É também proprietário, desde 1991, do bar "Carpe Diem". Em 1994 organizou um Festival de Verão, em Santo Tirso, que contou com nomes como Cães Vadios, Mão Morta, Tarântula e Tédio Boys.

Os outros elementos da banda abriram o Estúdio Euterpe em Santo Tirso.

Os ECOS são uma banda que tem a sua origem nos Ecos da Cave onde ainda permanecem dois dos seus elementos.

Biografia retirada daqui

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Jogos Retro - Pac-Xon

sábado, 20 de setembro de 2014

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Capas de LP's - Billy Idol


domingo, 31 de agosto de 2014

sábado, 30 de agosto de 2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

domingo, 24 de agosto de 2014

sábado, 23 de agosto de 2014

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

domingo, 17 de agosto de 2014

Séries dos Anos 80 - Alf


sábado, 16 de agosto de 2014

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

domingo, 10 de agosto de 2014

sábado, 9 de agosto de 2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

terça-feira, 5 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

domingo, 3 de agosto de 2014

sábado, 2 de agosto de 2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

quarta-feira, 30 de julho de 2014

terça-feira, 29 de julho de 2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

domingo, 27 de julho de 2014

sábado, 26 de julho de 2014

Cinema dos Anos 80 - Mad Max 2

sexta-feira, 25 de julho de 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Para relembrar a infância ...


sábado, 19 de julho de 2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

quarta-feira, 16 de julho de 2014

terça-feira, 15 de julho de 2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

domingo, 13 de julho de 2014

sábado, 12 de julho de 2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

sábado, 5 de julho de 2014

sexta-feira, 4 de julho de 2014

quinta-feira, 3 de julho de 2014

domingo, 29 de junho de 2014

Grupos Portugueses - Duplex Longa


Grupo formado em 1987 por Mário Resende (violino) e Carlos Raimundo (baixo) com o objectivo de participar no concurso Novos Valores da Cultura. Mário era violinista nos Seres e Carlos era baixista nos Meliufell. Ambas as bandas ensaiavam na cave-estúdio de Linda-a-Velha.

Gravaram uma maqueta com os temas "Viagem", "Tuareg" e "Rio da Prata". Foram apurados para o Concurso Novos Valores da Cultura, onde conquistaram uma menção honrosa.

No ano seguinte participaram na 2ª edição do Concurso Novos Valores. Ganharam o 2º Prémio, sendo o primeiro lugar para os K4 Quadrado Azul.

Por encomenda do Instituto Franco Português fizeram a banda sonora de um filme sobre Fado ("Romance de uma música" de João Ponces de Carvalho). Também fizeram música para desfiles de moda e publicidade, etc.

Apesar das suas músicas passarem diáriamente nas rádios, e mesmo na espanhola Rádio Nacional 3, não havia convites para gravar por parte de nenhuma editora.

Lembraram-se então de explorar outra forma de espectáculo: convidaram vários músicos a tocarem com eles de forma improvisada ou semi-improvisada. Fizeam espectáculos com Anabela Duarte, Rodrigo Amado, entre outros.

Em Outubro de 1989 realizou-se no Instituto Franco-Português, em Lisboa um espectáculo com os Duplex Longa e o grupo coral feminino Cramol.

Participam no disco "Vydia" de Vítor Rua. Gravaram ainda dois videoclips para o programa "Pop-Off" da RTP.link para o site da banda

A editora portuense MTM (de Hélder Moutinho) propôs a edição de um CD. A gravação da master foi feita  no estúdio dos Duplex Longa, sendo apenas a passagem para DAT feita num estúdio profissional.

O CD "Forças Ocultas", produzido pelo grupo e por Rui Eduardo Paes, foi editado em 1992. No disco participaram, entre outros, a cantora Anabela Duarte e o saxofonista Rodrigo Amado. 

Talvez devido à pouca promoção do disco, os concertos do grupo começaram gradualmente a escassear. No entanto, antes da gravação do CD, os espectáculos sucediam-se, sendo preciso, por vezes, de recusar concertos por coincidirem com datas já agendadas.

Continuaram a dar concertos, mas de tempos a tempos. Em 1995, convidaram o guitarrista Fernando Guiomar a entrar para a formação, passando esta a ter três elementos base. 

Ainda fizeram novos temas com o novo guitarrista, além de arranjarem os antigos para comportarem a guitarra mas, por motivos alheios à sua vontade, tiveram que pôr um ponto final na sua já longa carreira. A única esperança ainda, é que o projecto volte a renascer um dia, tudo dependendo da vontade e disponibilidade de cada um dos seus elementos originais.

(mais informações em  http://www.geocities.com/duplexlonga)

DISCOGRAFIA
Forças Ocultas (CD, MTM, 1992)

COMENTÁRIOS
«Demos inúmeros concertos de norte a sul do país, em que destaco os espectáculos no Anikibobó e Rivoli (Porto), na Covilhã, no KGB (Estoril) com a participação de Anabela Duarte, Rodrigo Amado e Luís Desirat, na Cisterna das Belas Artes (Lisboa), na Aula Magna (Lisboa), no Forum Picoas (Lisboa), no extinto Rock Rendez Vous, entre outros. Tratava-se de uma ideia que puxava a criatividade a limites difíceis de ultrapassar: a mistura consciente de diversos estilos de música e de sonoridades, tendo em conta os instrumentos que utilizávamos - violino e baixo-eléctrico com a ajuda da electrónica - normalmente considerados de difícil "casamento"». CR

«...cheguei a participar em alguns concertos e foi fantástico. Lembro-me de ir a casa deles ensaiar, e era tudo muito caseiro, mas cheio de ideias e uma vontade enorme de fazer coisas. Tenho pena que o projecto não tenha avançado mais.» Anabela Duarte / PS

NO RASTO DE...
Mário Resende manteve os Seres em paralelo com os Duplex Longa. Colaborou mais recentemente com os More República Masónica no álbum "Equalizer".

Carlos Raimundo participou em diversas colectâneas de música moderna, com grupos como os Cosmolight, Sfera In Vano, Poplavk, etc. Além destes projectos, continua a fazer música, ora individualmente ora com bandas de vários géneros. No início dos anos 90, Carlos Raimundo, em conjunto com Rui Eduardo Paes, formou os Astronauta Desaparecido que lançaram uma k7 pela Tragic Figures. É desenhador. www.geocities.com/paes_pt/musica.htm

Fernando Guiomar faz parte dos Trape-Zape que lançaram em 2002 o seu álbum de estreia, homónimo.

Notícia retirada daqui

sexta-feira, 27 de junho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

sábado, 21 de junho de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Grupos Portugueses - Doyo


O grupo era formado por alguns dos elementos dos Beatnicks: Fernando (Doio Kaosos/teclas), Luis Araújo (bateria), Joca Sacadura (Jedo/guitarra) e Ramiro Martins (Rollo Ins/baixo).

O álbum dos Doyo "...A Quem Doer" foi editado pela Polygram em 1981. O disco incluía os temas "Domingo de Manhã", "Sábado", "Questa Noche", Ontem Fui À Praia", "Ladrem Cães", "Paris", Zé Rato", "Amadora" e "Portuguese Girls And Boys". Os temas são da autoria de Jedo e Doio Kaosos.

O disco foi arrasado pela critica o que levou ao fim do grupo.

DISCOGRAFIA
...a Quem Doer (LP, Polygram, 1981)

NO RASTO DE ...
Ramiro Martins fez parte dos Trains In A Station e foi o autor da música da série "Filmezinhos do Sam" (1988). Faleceu há algum tempo. "Ramiro Martins tocou inúmeras vezes em concertos onde Bual pintou ao vivo algumas telas de temática gestual. Foi o grande organizador e impulsionador da música moderna, sendo o "pai" do primeiro festival de música moderna em Portugal. Personalidade sempre pronta a colaborar com os jovens músicos da Amadora, teve um papel importante no apoio á divulgação e incentivo aos novos valores da música nesta cidade. No final da sua vida dedicava-se também à pintura, tendo sido homenageado mais tarde, do Cine Teatro D. João V, na Damaia com uma exposição com centenas de amigos, na sua maioria músicos como Rui Veloso, Lena d' Água, Fernando Girão, Tó Neto, entre outros." (texto encontrado na internet)

Notícia retirada daqui

terça-feira, 17 de junho de 2014

domingo, 15 de junho de 2014

Cinema dos Anos 80 - Lady Avenger

sexta-feira, 13 de junho de 2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Grupos Portugueses - Doutores e Engenheiros


O grupo Doutores & Engenheiros foi formado em Algés. O vocalista era Xana, o guitarrista Luís Moreno entrou em 1986 e Ilídio Praia foi um dos nomes que chegou a ocupar a bateria.

Em 1986 gravam uma maqueta que teve bastante aceitação nos programas deSite de Luís Moreno música portuguesa. Temas como "So Long", "I'm Sick" e "Planet" ocuparam os primeiros lugares do top "Quinta dos Portugueses" do programa "Ocidental Praia" da Rádio Renascença. 

Em 1987 concorrem ao Concurso do RRV mas não vencem a eliminatória.

O primeiro contrato surgiu em 1988 com a Edisom. Nesse ano sai o primeiro álbum, "Doutores & Engenheiros", que foi produzido por Manuel Cardoso. O tema com mais destaque foi "Estou na Margem". Outros temas deste disco são "Diana", "História" e "Sonhos". O disco vendeu cerca de 4 mil exemplares.

Em 1988 dão mais de trinta concertos. Em Julho de 1989 foi editado o álbum "Lavagem de Estrada", desta vez com produção de Luís Moreno. 

O grupo acabaria por terminar em 1990.

DISCOGRAFIA
Doutores & Engenheiros (LP, Edisom, 1988)
Lavagem de Estrada (LP, Edisom, 1989)

NO RASTO DE...
Luís Moreno tornou-se músico free lancer tendo acompanhado nomes como Adelaide Ferreira, Mafalda Veiga, Marco Paulo, Nucha, Paulo Gonzo, entre outros. Participou activamente nas duas colectâneas "Guitarristas" e lançou um disco a solo. Dá aulas e colaborou com a revista Prómusica e com o suplemento Blitz Pro.

António Carlos Santos Alves foi baterista do grupo.

Notícia retirada daqui


sábado, 7 de junho de 2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cinema dos Anos 80 - Hands of Stell

terça-feira, 3 de junho de 2014

domingo, 1 de junho de 2014

Cinema dos Anos 80 - Os Loucos do Skate


sábado, 31 de maio de 2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Cantoras Portuguesas - Dora


Dora Maria Reis Dias de Jesus nasceu em Lisboa em 20 de Maio de 1966.

Uma amiga da família incentivou-a a participar no concurso de apuramento da Cinderela portuguesa, promovido pelo programa Clube Amigos Disney.

Não ganhou o concurso mas Guilherme Inês, Zé da Ponte e Luís Oliveira (os responsáveis pela selecção das candidatas) ficaram deslumbrados com a concorrente e convidaram-na para defender o tema "Não Sejas Mau Para Mim" no Festival RTP da Canção de 1986. O tema, uma produção da Namouche Team, acabaria por vencer e foi representar Portugal em Bergen, na Noruega, onde obteve o 14º lugar.

A versão internacional do single inclui os temas "You're Hurting Me" e "This Will Be The Last Time". Em Agosto de 1986 é editado o single "Easy/Seventeen". Ainda nesse ano é editado o single  "Our Love".

Em Julho de 1987 é lançado o single "Já Dei" (com letra de Mário Zambujal) e que incluía no lado B uma versão em inglês desse tema.

Colabora com os Onda Choc no tema "Ser Artista Não É Fácil", versão de um sucesso de Kim Wilde.

No dia 7 de Março de 1988 venceu o 1º Prémio Nacional de Música, realizado no Casino Peninsular da Figueira da Foz, com o tema "Déjà Vu", da autoria de Zé da Ponte, Guilherme Inês e Luís Oliveira.

Este foi um dos temas apurados para a final do Festival da Canção desse ano mas o  tema escolhido para concorrer ao Festival da Eurovisão acabou por ser  "Voltarei". Dora apenas dera voz à maqueta enviada a concurso, sem assumir qualquer compromisso com os autores da canção, José Niza e José Calvário, mas seria com esta canção que iria à Irlanda.

É editado o álbum de estreia intitulado "Déjà Vu" que que inclui o tema-título, nas versões portuguesa e inglesa, e outros temas como "Easy" e "Lies".

Participa como actriz no musical "Enfim Sós", da responsabilidade de Carlos Cruz, Mário Zambujal e José Duarte, e é nessa peça que encontra o seu marido, Jorge Paiva. Chega a interromper as actuações na peça devido à lua de mel que decorreu no Brasil. Em Dezembro de 1988, Dulce Pontes substituiu Dora na peça "Enfim Sós".

Em 1990 participa no Festival da OTI com o tema "Quero Acordar". No Festival da Canção desse ano é um dos cantores que recordaram êxitos especiais do Eurofestival.

Vai viver para o Brasil tendo regressado a Portugal em 2001. Participou na banda sonora da novela "Lusitânia Paixão" e em vários espectáculos do Casino Estoril.

Em 2006 foi uma das vozes convidadas do programa "A Canção da Minha Vida".

DISCOGRAFIA
Déjà Vu (LP, CBS, 1988)

SINGLES
Não Sejas Mau Para Mim/You're Hurting Me (Single, Dacapo, 1986)
Easy/17 Seventeen (Single, CBS, 1986)
Our Love/You'll Never Get Me (Single, CBS, 1986)
Já Dei/Lies (Single, CBS, 1987)
Voltarei/I'll Come Back (Single, CBS, 1988)
Dejà Vu/Dejà Vu (versão em Inglês)(Single, CBS, 1988)

Colectâneas
Portugal Remix (2005) - Não Sejas Mau P´ra Mim
Canção da Minha Vida (2006) - Várias

COMENTÁRIOS
A sua ascensão meteórica nos anos 80 foi fruto de uma série de felizes coincidências. É que Dora nunca levou a sério a sua queda para a música. Foi uma amiga da família, professora de televisão, que a incentivou a participar num concurso da Disney para apuramento da Cinderela portuguesa. Os responsáveis pela selecção das candidatas eram, na altura, Guilherme Inês, Zé da Ponte e Luís Oliveira. «Ela chegou de olhos cravados no chão, com os cabelos a tapar a cara, muitíssimo envergonhada. Escolheu uma canção de Bryan Adams, e quando começou a cantar toda a gente ficou embasbacada», conta Zé da Ponte, que se sentiu imediatamente rendido àquela «força da natureza». Dora não foi a Cinderela portuguesa mas aceitou o convite dos seleccionadores para interpretar «Não Sejas Mau Para Mim», a canção representante de Portugal no Festival da Eurovisão em 1986. «A sua primeira actuação ao vivo, para milhões de telespectadores», recorda o produtor, para quem Dora é um «bicho de palco». 

Há quinze anos tornou-se conhecida com a canção «Não Sejas Mau Para Mim». Representou Portugal no Festival da Eurovisão, gravou vários discos, foi aliciada por editoras estrangeiras a abraçar uma carreira internacional. Contra todas as expectativas, Dora, também conhecida como a menina das botas - uma das suas imagens de marca - abandonou o nosso país rumo ao Brasil, onde permaneceu uma década. 

Os «singles» pós-Eurovisão foram gravados em Inglaterra, onde, garante Zé da Ponte, «toda a gente a adorava e reconhecia as suas potencialidades». O passo seguinte era o lançamento à escala internacional. A Sony Europa propôs-lhe um contrato fabuloso, irrecusável. Inexplicavelmente, Dora sai de cena. Anuncia que vai viver para o Brasil, deixando Zé da Ponte e Guilherme Inês tão boquiabertos como quando a viram cantar no «casting» da Cinderela. 

Após dez anos no Brasil, ei-la de volta. Durante os dez anos que viveu no Rio de Janeiro, Dora deu aulas de Inglês, estudou música, teve aulas de canto e trabalhou com diversas bandas. «Desenvolvi projectos no âmbito do chamado 'funky brasileiro', que é uma espécie de 'rythm and blues' tropical. Foi uma experiência gratificante: tratava-se de uma música muito negra, que eu nunca tinha cantado, e que me ajudou a definir o meu estilo», diz-nos. Enigmática, acrescenta que a maneira de ser dos brasileiros - «aquela alegria e leveza» - a ajudou imenso a crescer. «Como mulher, desabrochei e encontrei-me, dissipei as dúvidas e serenei as tempestades interiores», avança, sem entrar em detalhes. As razões que a levaram a terras de Vera Cruz, tal como as que a trouxeram de volta, permanecem uma incógnita. Sabe-se que teve mais dois filhos (um rapaz agora com 11 anos e uma menina com quatro meses) e que em Portugal tem «mais apoio para prosseguir a carreira».

Agora, que está de volta, mostra-se empenhada em gravar um disco que reflicta o seu «crescimento musical». Para já, aceitou sem hesitar o convite do Casino Estoril para actuar todas as noites no «Du Arte Garden»

Zé da Ponte, que prepara com a cantora o disco que será editado para o ano, adianta que já recebeu propostas de diversas editoras, «dispostas a apostar no escuro». Ao que tudo indica, Dora vai dispor de uma segunda oportunidade para se lançar em grande. 

ISABEL OLIVEIRA / EXPRESSO, 14.07.2001 (Adaptado)

NO RASTO DE...
Regressou a Portugal em 2001 tendo participado na banda sonora da novela "Lusitânia Paixão". Está no Casino Estoril tendo participado em espectáculos como "Egoísta"e "Fruta Cores".

Notícia retirada daqui
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