domingo, 31 de janeiro de 2016

Cantores dos Anos 80 - Nanã Sousa Dias

Nasceu em Torres Vedras em 1957. Desde muito cedo demonstrou interesse pela música, influenciado pelo pai, tios e avô, músicos amadores. Aos 12 anos começa a aprender guitarra, que troca pela flauta transversal aos 19 anos. Pouco tempo depois começa a interessar-se pela Bossa Nova e pelo Jazz, tendo começado a tocar com alguns amigos com quem se desloca frequentemente a Lisboa e Estoril para assistir a concertos e "jam sessions", nos festivais e clubes de Jazz (Hot Clube, Louisiana, Zodíaco, etc).

Aos 22 anos, compra um saxofone tenor dos anos 40 e começa a aprender, como autodidacta,  a tocar esse instrumento.

Em 1980 começa a estudar harmonia e a compôr alguns temas. Torna-se músico profissional em 1981 passando a integrar a "Banda Atlântida" de Lena d'Água.

Sai da "Banda Atlântida" em 1983, aceitando o convite de Rui Veloso para integrar a sua banda. O primeiro disco que grava com Rui Veloso é o álbum "Guardador de Margens".

O álbum homónimo dos Bit, grupo formado por Nanã Sousa Dias, Manuel Paulo Felgueiras, Paleka, Zeca Neves e Luís Stoffel, foi editado em 1984.

Entretanto, é convidado por Luís Villas-Boas a tocar em várias edições do Festival de Jazz de Cascais, Estoril e Lisboa.

O seu primeiro disco a solo, "Ousadias", foi editado em Dezembro de 1986. No disco, produzido por Zé Carrapa e pelo próprio Nanã Sousa Dias, colaboraram os músicos Zé Nabo, Zé Carrapa, Ramon Galarza e Renato Jr.

Em 1988 foi editado o álbum "Aqui Tudo Bem".

Entretanto participa na banda sonora da série de televisão "Claxon" para a qual compôs o genérico.

Em 1994 produziu o disco "Salsetti" de Bernardo Sassetti. Nesse ano lançou ainda um álbum com "Temas de Natal".

Em 1995 lançou pela etiqueta Groove, subsidiária da Movieplay, um disco de homenagem a Tom Jobim denominado "Tom Maior".

Em 1996 a Movieplay editou o disco "Os Melhores Temas de Natal". Ao alinhamento do disco de 1994 foram acrescentadas revisões dos temas "Silver Bells" e "Christmas Songs".

"Ousadias" foi reeditado no formato CD em 1998.

DISCOGRAFIA
Ousadias (LP, Polygram, 1986)
Aqui Tudo Bem (LP, Polygram, 1988)
Temas de Natal (CD, Movieplay, 1994)
Tom Maior (CD, Groove, 1995)
Melhores Temas de Natal (Compilação, Movieplay, 1996)

COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Mário Pacheco/Nana Sousa Dias (Compilação, Universal, 2001) 

Colectâneas
Claxon (1991) - Claxon / Doze Bares

Biografia retirada daqui

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Caderneta de Cromos - Estrunfes

sábado, 23 de janeiro de 2016

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Grupos Musicais dos Anos 80 - Mler Ife Dada

Um dos projectos mais originais da nova música portuguesa, na sua vertente Pop/Rock teve origem em Cascais, em 1984, onde se formam os Mler Ife Dada .

Inicialmente o grupo era formado por Nuno Rebelo (ex-Street Kids), Augusto França, Pedro D'Orey e Kim.

Com este line-up, a banda edita o seu primeiro trabalho discográfico, um máxi-single intitulado "Zimpó".(1) Este tema era cantado em português, sendo que os restantes ("Stretch my Face" e "Spring Swing") eram cantados em inglês.

Neste primeiro trabalho as vozes estavam a cargo de Pedro D'Orey, que abandonará o grupo pouco depois para ceder o seu lugar a Anabela Duarte, uma figura carismática, com voz fadista e que tinha pertencido a outros projectos inovadores, como os Ocaso Épico e Bye Bye Lolita Girl.

Anabela já tinha participado no tema "Apartheid Hotel" dos GNR, onde fazia um dueto com Rui Reininho.

A banda, já com a nova formação(2), grava um single que inclui "L'amour Va Bien, Merci" e "Ele e Ela... e Eu", este último uma versão do tema que Madalena Iglésias cantou no Festival RTP, nos anos 60. (3)

O jornal BLITZ considera a banda como a grande revelação dos últimos tempos da música moderna portuguesa e convida-a para abrilhantar a festa do 2.º aniversário do hebdomadário, no Rock Rendez- Vous, onde esgotam a lotação. (4)

Em 1987 editam o seu primeiro longa duração "Coisas que Fascinam", onde se condensam todos os estilos que o grupo pratica (desde o experimentalismo às coladeras cabo verdianas, no tema "Siô Djuzé", este com a colaboração de Rui Reininho). O tema "Alfama" é a aproximação ao universo fadista tão caro a Anabela Duarte. Este disco é considerado pelo jornal "Público" como um dos melhores de sempre da música feita em Portugal, distinção que só prova a criatividade do grupo. 

A vocalista da banda gravará, no ano seguinte um disco de fado intitulado "Lisbunah" que mostra a cantora em todo o seu esplendor fadista.

Em 1989, os Mler If Dada gravam o seu segundo LP "Espírito Invisível" que, embora aclamado pela crítica, não tem grande aceitação nas rádios. Apenas a faixa "Walkman Man" obtém algum sucesso.(5)

Com a fraca aceitação pelo público deste segundo trabalho, os convites para espectáculos começam a rarear e Anabela abandona o grupo, sendo substituída por Sofia Amendoeira que não tem o carisma e as virtudes de "performer" de Anabela. Com este line-up, a banda ainda edita um EP(6), mas dissolve-se definitivamente; pouco tempo depois.

Os dois LP's do grupo foram reeditados na colecção Coração Português da Polygram, com as capas originais e o próprio CD fazendo lembrar um velho disco de vinil.

Em 2003 a Universal edita a compilação "Pequena Fábula" que inclui novas versões de "Zuvi Zeva Novi" e de "L' Amour Va Bien Merci".(7)

(1) Em Junho de 1984, os Mler Ife Dada venceram o primeiro concurso de música moderna do Rock Rendez Vous e como prémio gravaram o EP "Mler Ife Dada" cujo tema principal era "Zimpó".

(2) Pedro d'Orey abandona o grupo e é substituído por Filipe Meireles. Filipe Meireles é chamado a cumprir o SMO (Serviço Militar Obrigatório) e Kim abandona o grupo (voltaria ao grupo, apenas para alguns concertos, em 1988). Entram para o grupo a cantora Anabela Duarte [«passei-me para a oposição, a convite do Nuno Rebelo que me tinha visto a cantar com os GNR na Aula Magna.» AD/APS] e os irmãos Zezé e Nini Garcia (ex-Urb).

(3) "L'Amour va bien, Merci" aparecia também na colectânea "Divergências" da Ama Romanta. «Esse single é uma pérola. Uma mina de ouro, na melhor das hipóteses... Adorei cantar, adorei o estúdio de oito pistas, adorei a capa. Adorava os músicos e diverti-me imenso a ver pelo vidro do estúdio a cara de prazer e de gozo do João Peste, enquanto eu ia inventando o meu discurso em francês transcendental, falando na devida desproporção entre emoção e sexo e cães a ladrar e política liberal e de como o chá faz mal à garganta e outras coisas importantíssimas!... Adorava ainda que fosse reeditado, mas ninguém me liga nenhuma.» AD/ APS

(4) O saxofonista José Pedro Lorena entra para a banda.

(5) «Acho que ["Espírito Invisível"] é um disco genial, talvez mais de autor – do Nuno Rebelo – porque nessa altura, realmente, as coisas já não estavam muito bem... Mas eu também comecei a experimentar coisas diferentes com a voz e as letras. Tem momentos e canções muito boas. Era, no entanto, um disco difícil, em termos de música pop, e o público, por vezes, gosta que lhe sirvam sempre o mesmo prato.» AD/APS A formação que gravou o disco incluía Bruno Pedroso (bateria) e José António Aguiar (baixo), e Rebelo passou para a guitarra.

(6)  O máxi-single "Mler Ife Dada", editado em 1990, inclui a regravação de 4 temas do LP "Espirito Invisivel" ("Choro do vento e das nuvens", "Erro de Cálculo", "Walkman Music" e "À Chuva") interpretados por Sofia Amendoeira, cantora que foi aconselhada ao grupo pela primeira professora de canto de Anabela Duarte.

(7) «(a editora) perguntou-nos se não havia alguma coisa por editar». Não havia. Mas Nuno Rebelo lembrou-se de uma versão instrumental de "L'Amour Va Bien, Merci", que tinha feito em 1995 para um bailado, e propôs a tal «versão "unplugged"» de "Zuvi Zeva Novi". «Foi só tempo de marcar estúdio e dias depois estávamos a gravar», conta.  in Culto!

DISCOGRAFIA
Coisas Que Fascinam (LP, Polygram, 1987)
Espírito Invisível (LP, Polygram, 1989)
Pequena Fábula 1984-1989 (+2003) (Compilação, Universal, 2003)

SINGLES
Zimpó (Máxi, Dansa do Som, 1985)
L'Amour Va Bien, Merci/Ele e Ela e Eu (Single, Ama Romanta, 1986)
Zuvi Zeva Dada [Zuvi Zeva Novi/Sinto Em Mim](Single, Polygram, 1987)
Coração Anti-Bomba/Outro Dia (Single, Polygram, 1988)
Coração Anti-Bomba/Dance Music (Máxi, Polygram, 1989)
Mler Ife Dada (EP, Polygram, 1990)

COMPILAÇÕES SE
O Melhor de 2 - Mler Ife Dada/Radar Kadafi (Compilação, Universal, 2001)

Colectâneas
Divergências (1986) - L'Amour Va Bien, Merci
Ama Romanta... Sempre! (1999) - L'Amour Va Bien, Merci 

COMENTÁRIOS
“Zimpó” (maxi-single/1985) - É o nascimento dos Mler Ife Dada… Por acaso foi esquecimento da minha parte, porque mais tarde vim a pensar nisso… Havia uma música na altura, da mesma altura do “Zimpó”, que se chamava “Nu ar” da qual aparece o nome Mler Ife Dada. Faz parte das palavras que aparecem na música e foi uma pena não termos incluído essa música na colectânea. Mas “Zimpó” marca o nascimento do grupo, com o Pedro D’Orey, que deu o nome ao grupo. É a altura do Concurso de Música Moderna Portuguesa, no Rock Rendez-Vous, que ganhámos e foi esse o prémio.

“L’amour va bien merci” (single/1986) – É o encontro com a Anabela, uma nova voz que chega ao grupo, e o afirmar da independência que se materializava na existência da Ama Romanta e a possibilidade que a editora oferecia a grupos fora do “mainstream” de editarem.

“Coisas que fascinam” (LP/1987) – Foi o primeiro trabalho de grande fôlego dos Mler Ife Dada e numa grande editora. Foi, no fundo, o materializar do trabalho desenvolvido nos anos anteriores e um manifesto relativamente àquilo que era o nosso posicionamento na música naquela altura.

“Coração anti-bomba” (single/1988) – Foi um disco entre discos. Foi uma altura em que, mais uma vez, os músicos mudaram. Nesta fase o grupo estava reduzido a mim, à Anabela e ao José Pedro Lourena. Tínhamos deixado de ter baterista e guitarrista e o “Coração anti-bomba” foi uma espécie de dizermos que os músicos abandonaram, mas o grupo continua a existir. Estamos aqui, existimos e a prova disso é que ainda fizemos este disco.

“Espírito invisível” (LP/1989) – É uma espécie de aprofundar das pistas que tinham sido dadas com o “Coisas que fascinam”. Neste apontávamos muitas direcções musicais, no “Espírito invisível” tentámos ir mais longe por cada um desses caminhos. Em vez de escolhermos um caminho para seguir, tentámos ir um bocadinho mais longe por cada um desses caminhos. Fomos ainda um bocadinho mais experimentais e um bocadinho mais comerciais…

“Coração anti-bomba” (máxi-single/1989) – É mais uma vez um disco extraído do álbum. É o máxi do “Dance music”, supostamente o hit do “Espírito invisível”. No Lado B recuperámos o “Coração anti-bomba”, porque achámos que na altura não tinha tido a suficiente atenção por parte da rádio e assim talvez pudesse voltar a passar.

“Mler Ife Dada” (EP/1990) – Com a Sofia Amendoeira a cantar. Mais uma vez era um disco para dizermos que estávamos vivos, o que de facto não aconteceu. No fundo, pegámos no instrumental de quatro temas do “Espírito invisível” e fomos para estúdio gravar a voz da nova vocalista, para dizermos que a Anabela saiu do grupo, mas temos um disco com a nova voz do grupo. Não aconteceu assim e pouco tempo depois o grupo acabou.

Nuno Rebelo / Primeiro de Janeiro (Se7e), 2003

«Eu não gosto de ouvir [os Mler Ife Dada] muitas vezes. É raro ouvir, porque acho que está sempre qualquer coisa mal. Na voz, então, acho que devia gravar tudo outra vez, salvo raras excepções, porque já canto de modo completamente diferente e melhor. Mas fiquei muito orgulhosa quando o reeditaram e soube que tinha praticamente esgotado. Dei à luz uma cadelinha linda e baptizei-a de Zuvi.» AD/APS

NO RASTO DE...
Nuno Rebelo integrou e dirigiu os grupos Mler ife Dada, Plopoplot Pot (vencedores do I Concurso da CM Lisboa), Polyploc e As Guitarras Portuguesas Mutantes. Desde 1988 que tem composto música para filmes, teatro, dança. Neste âmbito trabalhou com Edgar Pêra, José Nascimento, José Wallenstein, Mark Tompkins, Paulo Ribeiro, João Fiadeiro e Aldara Bizarro, entre outros. Compôs os temas oficiais da EXPO 98 e de Lisboa 94-Capital Europeia da Cultura, bem como a música e sonoplastia do espectáculo "Oceanos e Utopias", de François Confino e Philippe Genty (Pavilhão da Utopia na Expo 98). Tocou em diversos países em concertos de improvisação com músicos como Marco Franco, Shelley Hirsch, Kato Hideki, Joan Saura, Xavier Maristany, Hiroshi Kobayashi, Gregg Moore, Carlos Bica, Graham Haynes, Jean-Marc Montera, Acácio Salero, Américo Rodrigues, Albrecht Loops, Telectu, Paulo Curado, Sei Miguel. Tem participado em espectáculos de improvisação com os bailarinos Mark Tompkins, Vera Mantero, Frans Poelstra, Steve Paxton, Lisa Nelson, David Zambrano, Boris Charmatz, Julyen Hamilton, João Fiadeiro, Silvia Real, Howard Sonenklar, Cosmin Manolescu, etc.

Zezé Garcia esteve nos GNR. Actualmente trabalha em arquitectura e é professor de guitarra. Nini Garcia esteve nos Heróis do Mar e LX90.

José Pedro Lorena é engenheiro da construção naval e programador informático.

Pedro d'Orey foi para o Brasil onde fez parte dos Metrô. No regresso a Portugal trabalhou com Nuno Rebelo na banda sonora de uma peça da coreógrafa Aldara Bizarro, trabalhou com o músico Marco Franco em duas apresentações no Monumental aquando do ciclo sobre "Os Mistérios de Lisboa", fez parte dos Cães de Crómio e andou algum tempo com o projecto Amar UQ Amar UQ?. Em 2002 lançou um disco com o projecto Wordsong.

Filipe Meireles esteve nos Portugueses Suaves [Grupo de Filipe Meireles, Fernando Nabais (mais tarde no projecto Homem Invisivel), António José Martins (baixo), Rrrrroberto (bateria) e António Manuel (Teclas)] que esteve para ser contratado pela Polygram. Actualmente trabalha em artes gráficas.

Kim trabalha com microfones e instrumentos musicais. 

Bruno Pedroso tinha tocado anteriormente com os Heróis do Mar. O seu envolvimento com o Jazz começa com Pedro Mestre, Nanã Sousa Dias, Sexteto de Tomás Pimentel e outros nomes do Jazz. Fez parte dos grupos Plot Po Plot Pot e Idefix.

Biografia retirada daqui

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Caderneta de Cromos - Dartacão

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Grupos Musicais dos Anos 80 - Minneman & Friends

Mano Zé, Rui Veloso e Minneman formaram, na cidade do Porto, os Magara Blues Band. Isto muito antes do sucesso de Rui Veloso e da incursão de Mano Zé pelos GNR.

Wolfram Minneman (voz, piano) juntou-se a alguns amigos para gravarem, em 1982, o disco "Bluindo", que foi editado pela Rádio Triunfo.

Os amigos que acompanharam Minneman nas gravações foram Rui Veloso (guitarra, harmónica), Mano Zé (baixo) e Tino (bateria).

No lado A do disco aparecem os temas "Freight Train Blues", "Blues do Pescador", "Blues do Diabo "e St. James infirmary Blues". No lado B temos os temas "João Manguela", "Empty Bed Blues", "Blues and Trouble", "Hooting Owl Blues" e "Blues do Tribunal".

DISCOGRAFIA
Bluíndo (LP, RT, 1982)

COMENTÁRIOS
Gravei com um pianista alemão de blues [Minneman], dono de uma agência de publicidade no Porto, 
num disco onde participava Rui Veloso como guitarrista. Foi aí que conheci o Rui e me tornei amigo dele, até hoje. (Paulo Junqueiro)

NO RASTO DE ...
Wolfram Minneman é um dos sócios da agência de publicidade W&R.

A Minneman Blues Band é formada por Wolfram e Carl Minneman, Mano Zé, entre outros.

Biografia retirada daqui


sábado, 9 de janeiro de 2016

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

Perdidos e Achados - Excesso

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Cantores dos Anos 80 - Midus

Midus nasceu em Lisboa mas cedo foi viver para a Moita do Ribatejo onde começou a sua carreira como baixista e vocalista em várias bandas locais.

Mais tarde forma os Rock & Várius, banda proveniente de Almada. Através da editora Radio Triunfo lançam o álbum "Pronto a Curtir" e o single "Totobola". Não satisfeitos com a promoção mudam para a Valentim de Carvalho. É editado o álbum "Roquivários" de onde extraem o single "Cristina (Beleza é Fundamental)".

Reconhecidos pelo sucesso ao vivo, o grupo sobrevive alguns anos mas conflitos internos levam ao fim do grupo.

Midus assina contrato a solo com a Polygram. É editado o single "Lá Longe/Ai e", com temas da sua autoria e de Fernando António dos Santos (ex-Beatnicks, ex-Da Vinci).

A convite da editora vai a Londres gravar com o português Luís Jardim. Com a Banda Amazónia composta por jovens de várias nacionalidades, grega, italiana, escocesa, holandesa e inglesa, participa no Premio Nacional de Música, realizado na Figueira da Foz, com o tema "Amazónia" escrito em co-autoria com Luís Jardim.

Muda-se definitivamente para Londres. Integra a banda Coming Roses que grava em 1992 o álbum "I Said Ballroom" para a editora Utility Records de Billy Bragg. No ano seguinte começa a tocar em digressão com Anne Clark que acompanhará nos seis anos seguintes, inclusive no concerto que a cantora deu na Aula Magna. Toca com outros artistas tais como: Kym Marsh, Melanie C, Tanita Tikaram, Hugh Cornwell, Jay Smith, Cathy Dennis, Suggs, Billie Myers, etc.

O seu tema "Num Terraço" (escrito em co-autoria com Ana Zanatti) é incluído numa das compilações da Revista Promúsica.

Forma os Candy Store, com a "backing vocals" e o baterista dos Saint Etienne e pelo guitarrista que tocava com Tanita Tikaram.

DISCOGRAFIA
Lá Longe/Ai (Single, Polygram, 1985)
Amazónia (Single, 1988)

NO RASTO DE ...
Midus reside em Londres, continua a fazer o seu trabalho de session player e como escritora, a artista extende constantemente o seu reportório tanto em português como inglês. (www.midus.net)

some samples: No Respect (2.6 MB), Radio (2.3MB), Tu e eu (1.8MB), one more time (2.9MB)

"tenho muita coisa escrita e gostava de gravar para uma editora portuguesa. Mas para que isso aconteça tenho que voltar a sentir muito apoio". Midus/CM

Biografia retirada daqui
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