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domingo, 27 de janeiro de 2013

Cantoras dos Anos 80 - Glória Gaynor



É, e será sempre, um símbolo do disco sound. E tudo porque, no meio de uma carreira já grande e cheia de música, há uma que brilha mais que as outras todas: 'I Will Survive'. 

O caminho de Gloria Gaynor começou em New Jersey, onde nasceu, a fazer Coros para o grupo 'The Soul Satisfiers'. Já com alguma experiência, mudou-se para a cidade vizinha, Nova Iorque, onde conseguiu o seu primeiro contrato com a editora Columbia Records, em 1973. Logo neste ano, o primeiro êxito: 'Honey Bee'. Dois anos mais tarde, muda de editora e a versão disco que assina para 'Never Can Say Goodbye' atinge a nona posição no top norte-americano e anuncia, de certa forma, a chegada do disco sound ao panorama musical dos anos 70. 

Até 1979, lança um álbum por ano, e foi no quarto, 'Love Tracks' que se ouviu a primeira vez 'I Will Survive', responsável por um sucesso comercial estrondoso! Foi disco de platina e esteve no 1º lugar da tabela de vendas americana. Redundância obrigatória, 'I Will Survive' sobrevive até hoje como a melhor canção de dança de todos os tempos; foi a primeira e única música até hoje a ganhar o Grammy para Melhor Gravação de Disco Sound e, nos últimos anos, fez parte da banda sonora de mais de dez filmes. Enquanto viveu intensamente o período de sucesso do disco sound, sensivelmente até 1986, Gloria Gaynor continuou a gravar, se bem que longe de chegar aos mesmos resultados. Experimentou o Mundo da Moda e da Televisão e envolveu-se em muitas ações de solidariedade. 

Foi em 1982, que se entregou ao cristianismo e começou a distanciar-se aos poucos do seu passado. Chegou a gravar uma versão da música 'I will survive', onde trocou frases como 'It took all the strength I had not to fall apart' para 'Only the Lord could give me strength not to fall apart'. 'I will survive' foi também o nome escolhido para a sua autobiografia, publicada em 1997, especialmente dedicada às suas convicções religiosas, onde assume as sua conversas com Deus e pede perdão pelos excessos cometidos nos tempos da febre do Disco. 

Vinte anos depois, em 2002, regressou aos discos com o álbum 'I Wish You Love'. Dois anos depois foi homenageada e viu o seu nome entrar no Dance Music Hall of Fame e, em 2006, lança mais um álbum de originais. Ainda assim, ao fim de 30 anos, 'I Will Survive' continua a ser a música que a leva a todos os pontos do Mundo ainda hoje!



sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Cantores dos Anos 80 - John Travolta


O mais novo dos seis filhos de um jogador de futebol americano de origem italiana e de uma cantora e atriz, descendente de uma família irlandesa. Posto isto... é certo que John Travolta decidiu seguir os passos da mãe.

Ator e bailarino desde cedo, a sua grande estreia, aos 22 anos, foi no grande ecrã em "Febre de Sábado à Noite", como Tony Manero (um vendedor de tintas durante o dia e,à noite, um imbatível rei das pistas de dança ao ritmo da banda sonora dos Bee Gees). A afirmação maior chegou logo no ano seguinte, em 1978, quando aparece no filme "Grease" como o jovem mais popular do "pedaço", ao lado de Olívia Newton-John.
Continuou no cinema, a fazer um filme por ano, mas em papéis de muito pouca visibilidade e considerados pela crítica muito fracos, ao ponto de ter ganho alguns 'Framboesa de Ouro', os prémios atribuídosàs piores prestações no cinema ao longo do ano.

Em 1994, aparece a grande oportunidade de dar a voltaà sua carreira como ator, ao ser convidado por Quentin Tarantino para o filme "Pulp Ficton" que lhe valeu um MTV Movie Award na categoria de melhor sequência de dança (com Uma Thurman) e chegou a ser nomeado para o Óscar de melhor Ator. Depois deste... 'A Outra Face', ao lado de Nicholas Cage e, recentemente, "Hairspray", onde faz papel de mulher, continuam a marcar pontos no reconhecimento de John Travolta como ator.
Desde 1975 que pertence, tal como outras personalidades de Hollywood,à Igreja da Cientologia e desde muito pequeno que tem uma paixão pela aviação. De tal maneira que tem o seu próprio Boeing 707.

Depois da morte de Diana Hyland, a sua grande paixão, Travolta teve vários relacionamentos inconstantes até que se apaixonou e se casou com a atriz Kelly Preston, sobrinha do Presidente americano John Kennedy, de quem tem dois filhos: Jett e Ella Bleu.