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sábado, 10 de setembro de 2022

Charles Chaplin


A maior estrela do cinema mudo sem qualquer discussão. Chaplin foi um visionário. Soube aprender os truques do oficio com a estrela Max Linder mas utilizou-os de forma a atingir todos os públicos. A sua mais famosa criação, Charlot, ainda hoje é um icone inesquecivel. 

O orfão britânico chegou a Hollywood em 1914. Meia dúzia de anos depois já era uma estrela. Ajuda a fundar o estúdio United Artits e populariza a comédia em Hollywood, tendo como rival directo o popular Buster Keaton. A sua vida intima torna-o num dos maiores colunáveis da época. Casa-se várias vezes, uma das quais com uma menor com 14 anos o que provoca imensa polémica. 

A sua passagem para detrás das camaras não tem o sucesso previsto e apesar da popularidade de Charlot, a verdade é que Chaplin se torna persona non grata em Hollywood. Com a chegada do sonoro não abandona a mudez da sua personagem e retira-se de Hollywood. Parte para a Europa depois de fazer de rajada quatro obras-primas. The Gold Rush, The Circus, City Lights e Modern Times. É em 1940 que se ouve pela primeira vez Chaplin em The Great Dictator. 

O filme é nomeado para os óscares mas há muito que o actor está em ruptura com a Academia depois desta lhe ter entregue um óscar honorário após retirar de competição as suas múltiplas nomeações por The Circus, que era o mais forte candidato a vencer a primeira edição dos óscares. Em 1847 volta a ser nomeado como argumentista por Monsieur Verdoux, aquele que é talvez o seu mais espantoso desempenho e é em 1952 que no filme Limelight Chaplin atinge a sua total maturidade como artista. 

O filme é espantoso, como seriam os dois últimos, A King in New York e The Contess of Hong Kong, ambos dirigidos por ele. Em 1971 Chaplin suspense o seu exilio voluntário na Suiça para receber um óscar honorário. No ano seguinte vence um óscar pela melhor banda sonora de...Limelight, um filme com vinte anos. A morte encontra-o em 1977, levando assim um dos maiores mitos da história da 7º Arte.

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Ralph Fiennes

Retrata a perfeição do gentleman britânico. Sóbrio até ao extremo, sofredor eterno, as suas performances são sempre coroadas com um não sei o quê de profundidade dramatica. Hoje é um dos maiores actores europeus em actividade, um verdadeiro génio na arte de representar.

Foi o irmão mais velho de um grupo de seis filhos. Nasceu a 22 de Dezembro de 1962 em Suffolk, no sul da Inglaterra. E não acabaria por ser o único Fiennes a tornar-se actor já que o seu irmão mais novo, Joseph e a irmã Martha seguiriam os passos do irmão Ralph. Os pais estavam envolvidos no meio artistico. O pai era fotógrafo e a mãe uma novelista de relativo sucesso.
Desde cedo que Ralph treinou para ser o que é hoje, ou seja, um brilhante actor. Primeiro na escola de Chelsea e mais tarde na Royal Academy of Dramatic Art. Aí estudou até aos 26 anos de idade, altura em que se estreou no Britains Royal National Theater. No ano seguinte passaria para a prestigiada Royal Shakespeare Company. Fez-se no teatro mas desde cedo deu o salto para o cinema. Tinha 28 anos quando se aventurou pela primeira vez nos meandros da sétima arte. Primeiro num telefilme, onde viveu Lawrence of Arabia, e depois em Wuthering Heights, onde foi um Heathclift espantoso. Era uma estreia auspiciosa no cinema britânico.


No entanto a confirmação absoluta do seu talento chegaria com a sua notável performance em The Schindler´s List. Amon Goeth, que acabaria por ser eleito um dos maiores vilões da história do cinema, catapultou-o para a fama nos Estados Unidos, conseguindo a sua primeira nomeação ao óscar. O seu papel principal chegaria no ano seguinte no sucesso de Quiz Show, filme de Robert Redford. Mas o seu papel, o papel que o tornou um icone do cinema britânico, chegaria em 1996 em The English Patient. Aí foi um amante sofredor como nunca, e um heroi sem noção da sua heroicidade. Apesar de nomeado, foi surpreendentemente derrotado por Geoffrey Rush na noite da consagração do filme. Parecia que Hollywood não queria nada com ele.


Desde aí afastou-se o mais que pode das grandes produções. Fez Oscar and Lucinda e The Avengers logo a seguir ao óscar e produiziu Onegin em 1999. Depois de quase três anos de interregno, altura em que se divorciou igualmente, regressou ao seu melhor no filme de David Cronenberg, Spider. Uma interpretação magistral a que se seguiu uma participação surpreendente em Red Dragon, a sequela de Silence of the Lambs. Desde aí, Fiennes tem agendada participações em pequenas produções, ficando a joia da coroa guardada para quando viver a nemesis de Harry Potter em The Goblet of Fire.



domingo, 4 de setembro de 2022

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