segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
Higiene nos Anos 80 - Pasta Medicinal Couto
Na década de 30, Alberto Ferreira Couto, auxiliado por um amigo dentista, quis desenvolver um produto para reduzir os casos de infeção gengival e limitar o fenómeno crescente da retração das gengivas. Assim, após várias experiências, criou a primeira fórmula da pasta, registada pela primeira vez no Porto, a 13 de junho de 1932. O sucesso foi quase imediato, a Pasta Medicinal Couto entrou nas casas portuguesas e começou a fazer parte do dia a dia da população.
E o sucesso desta pasta acabou por não se perder no tempo e ainda hoje é produzida de forma semi-artesanal, mantém o design e a embalagem originais e continua a ser recomendada para limpeza diária dos dentes e da boca. Desde outubro de 2001, devido a diretrizes comunitárias que limitavam o uso da palavra medicinal, o produto passou a denominar-se Pasta Dentrífica Couto.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Festival da Canção 1965 - 2º Lugar - Artur Garcia "Amor"
2º Lugar (em 8 Canções) – 66 Pontos
Título: Amor
Intérprete: Artur Garcia
Música: António Resende Dias
Letra: Luís Simão
Orquestração: Fernando de Carvalho
Dir. De Orquestra: Fernando de Carvalho
Quem inventou a saudade
Inventou também a dor
E aquela palavra tão linda
Amor, amor, amor
Amor palavra tão doce
Não sei quem a trouxe
Mas foi deus talvez
Amor, amor
É bem que faz bem
Se o amor de alguém
Não morre de vez
Amar recompõe a alma
Sonhar dá-nos paz e calma
Amor, amor, amor, amor
Vem-me seduzir
Que eu quero sorrir
Mas com mais calor
Amor, amor
Procura ao teu jeito
Dentro do meu peito
Amor só amor
Amor palavra tão doce
Não sei quem a trouxe
Mas foi deus talvez
Amor, amor
É bem que faz bem
Se o amor de alguém
Não morre de vez
Amar recompõe a alma
Sonhar dá-nos paz e calma
Amor, amor, amor, amor
Vem-me seduzir
Que eu quero sorrir
Mas com mais calor
Amor, amor
Procura ao teu jeito
Dentro do meu peito
Amor só amor
Amor
Amor só amor
terça-feira, 21 de agosto de 2012
As Viagens de Gulliver na TV
É um clássico da literatura inglesa escrito pelo irlandês Jonathan Swift. O livro foi lançado em 1726 com o título Travels into Several Remote Nations of the World, in Four Parts. By Lemuel Gulliver, First a Surgeon, and then a Captain of several Ships e tornou-se, desde logo, um sucesso. O livro é uma verdadeira sátira à natureza humana, à sociedade inglesa e a todos os relatos de viagens que se tinham feito até então.
A história começa com o naufrágio do navio onde estava Gulliver. É assim que descobre Lilliput, uma ilha cujos habitantes são minúsculos. Segue-se a descoberta de Brobdingnag, uma ilha que é o oposto de Lilliput, pois aqui todos os habitantes são gigantes. Na sua terceira viagem, Gulliver chega à ilha flutuante de Laputa e, por fim, descobre Houyhnhnms, regida por uma raça de cavalos. Em cada ilha por onde passa, Gulliver aprende várias lições sobre a mediocridade das sociedades inglesa e francesa da época e sobre o pensamento científico da altura.
A narrativa culmina com o regresso de Gulliver a Inglaterra e com a sua vontade de ensinar e partilhar todas as experiências que vivenciou.
O livro rapidamente serviu de inspiração para o compositor alemão George Philipp Telemann que deu origem a "Gulliver Suite", em 1728. Já mais recentemente, algumas bandas compuseram temas com referências a Gulliver ou às ilhas que ele visitou.
Têm sido várias as adaptações feitas a partir do livro escrito por Jonathan Swift. A história de Gulliver já foi retratada numa curta-metragem francesa, num filme russo, em desenhos animados, numa mini série televisiva protagonizada por Ted Danson, entre outros.
domingo, 19 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Festival da Canção 1965 - 3º Lugar - Madalena Iglésias "Silêncio Entre Nós"
3º Lugar (em 8 Canções) – 46 Pontos
Título: Silêncio Entre Nós
Intérprete: Madalena Iglésias
Música: Mário Gonçalves Teixeira
Letra: José Correia
Orquestração: Fernando De Carvalho
Dir. de Orquestra: Fernando De Carvalho
Está tão distante o teu coração
Não sei o que foi desse amor fugaz
Mas à noite nos meus sonhos és recordação
E de dia a tua lembrança não me deixa em paz
Ausência de ti eu sinto afinal
Nas horas que passam iguais
Deixaste em meu peito esta mágoa
Que põe o meu olhar raso de água
Mas sei que não vou perdoar nunca mais
Como isto foi afinal eu não sei dizer
Pois na vida há razões sem razão de ser
Que só nos trazem cruel sofrer
Ausência de ti eu sinto afinal
Nas horas que passam iguais
Deixaste em meu peito esta mágoa
Que põe o meu olhar raso de água
Mas sei que não vou perdoar
Nunca mais, nunca mais
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Festival da Canção 1965 - 4º Lugar - Simone de Oliveira "Silhuetas ao Luar"
4º Lugar (em 8 Canções) – 28 Pontos
Título: Silhuetas ao Luar
Intérprete: Simone de Oliveira
Música: João Andrade Santos
Letra: Mª Manuela de Moura Sá Teles Santos
Orquestração: Fernando de Carvalho
Dir. De Orquestra: Fernando de Carvalho
Quem tiver um sonho p'ra sonhar
E amor nascer quiser sentir
Saia numa noite de luar
P'ra a lua ver no céu subir
A estrada de prata que há no ar
Beleza de tantas inspiradas
Tem fama de indiscreta
Pois fica só completa
Com duas silhuetas recortadas
Desenham-se vultos enlaçados
Na faixa brilhante e regular
Imagens retratadas em águas prateadas
Recebem sua bênção do luar
Amor vamos ver o luar
Para ouvirmos calados a voz do mar
Que nos diz quem tem tanto amor no olhar
Tais ternuras e agrados, fogo também é feliz
Não sei p’ra que mundo me dirijo
Guiada p'lo amor que me conduz
Só sei que tu me levas
Que andava envolta em trevas
E agora o meu caminho é todo luz
Só sei que tu me levas
Que andava envolta em trevas
E agora o meu caminho é todo luz
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Festival da Canção 1965 - 5º Lugar - Artur Garcia "Nasci, Sonhei, Cresci e Amei"
5º Lugar (em 8 Canções) – 18 Pontos
Título: Nasci, Sonhei, Cresci e Amei
Intérprete: Artur Garcia
Música: João Andrade Santos
Letra: Mª Manuela de Moura Sá Teles Santos
Orquestração: Fernando de Carvalho
Dir. De Orquestra: Fernando de Carvalho
Foi deus que dar me quis
O doce que encontrei
Na vida que me fez feliz
Nasci, sonhei, cresci e amei
Nasci, fui criança e sonhei
E à sombra de amor
Foi que cresci e me criei
Sonhei, sonho irreal
Em que era o rei
Que fez do bem seu ideal
Cresci, fiz castelos no ar
Desejei ter amor
Tudo corri p'ra te encontrar
Além, quando te vi
E agora sei qual a razão
Porque nasci
Sonhei, sonho irreal
Em que era o rei
Que fez do bem seu ideal
Cresci, fiz castelos no ar
Desejei ter amor
Tudo corri p’ra te encontrar
Além, quando te vi
E agora sei qual a razão
Porque nasci
Qual a razão
Porque nasci
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Educação nos Anos 80 - Cadernos de Caligrafia
Beleza e escrita foram as palavras que fizeram com que os cadernos de caligrafia fosse incluídos no material escolar e nos tpc's. A "arte da escrita bela" é uma das definições que encaixa na perfeição no significado de caligrafia e os cadernos criados para treinar uma letra boa e legível passaram a fazer parte da educação.
A era da tipografia e da informática passou a caligrafia para segundo plano, mas ainda hoje existem cursos para aprender esta arte e os cadernos, que pertencem ao imaginário de tantas gerações, continuam à venda em alguns locais.
domingo, 5 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Festival da Canção 1965 - 6º Lugar - António Calvário "Por Causa do Mar"
6º Lugar (em 8 Canções) – 13 Pontos
Título: Por Causa do Mar
Intérprete: António Calvário
Música: José Pereira Mesquita
Letra: Mª Manuela de Moura Sá Telessantos
Orquestração: Fernando de Carvalho
Dir. De Orquestra: Fernando de Carvalho
Foi ao luar numa noite no mar
Que nós nos encontrámos
Sim, foi o mar que nos fez despertar
Para um amor que ficou
Fez ouvir sua voz
Tomou conta de nós
E nos enfeitiçou
Se nos queremos
É ao mar que o devemos
Vendo nele a poesia
Ao findar esse dia
Que tudo mudou
O deslumbramento
Desse eterno momento
Nós quisemos lembrar
E viemos viver
À beira do mar
Sim, foi o mar que nos fez despertar
Para um amor que ficou
Fez ouvir sua voz
Tomou conta de nós
E nos enfeitiçou
Se nos queremos
É ao mar que o devemos
Vendo nele a poesia
Ao findar esse dia
Que tudo mudou
O deslumbramento
Desse eterno momento
Nós quisemos lembrar
E viemos viver
À beira do mar
terça-feira, 31 de julho de 2012
Desenhos Animados dos Anos 80 - Vitinho
O Vitinho é uma figura incontornável no imaginário das gerações dos anos 80 e 90. Crianças e adultos assistiam diariamente às transmissões de "Boa Noite Vitinho" no horário nobre da RTP. Era a contribuição do canal público para que as crianças fossem para a cama mais cedo e provavelmente com mais vontade!
Quatro películas diferentes marcaram o início da noite da RTP durante uma década (1986, 89, 91 e 92). O boneco das campanhas publicitárias da Milupa passou a ser o centro do universo infantil português.
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