sexta-feira, 10 de abril de 2026
sexta-feira, 20 de março de 2026
Anúncio Coca-Cola - Sensação de Viver
A história da Coca-Cola começa no final do século XIX, nos Estados Unidos, e tornou-se um dos maiores exemplos de sucesso no mundo das marcas.
A bebida foi criada em 1886 pelo farmacêutico John Stith Pemberton, na cidade de Atlanta. Inicialmente, a Coca-Cola era vendida como um tónico medicinal numa farmácia local, sendo anunciada como uma bebida capaz de aliviar o cansaço e melhorar o bem-estar. A mistura original incluía extratos de folhas de coca e nozes de cola, o que deu origem ao nome “Coca-Cola”.
O nome e o famoso logótipo foram criados por Frank Mason Robinson, contador de Pemberton, que também foi responsável pela caligrafia icónica que ainda hoje caracteriza a marca.
Após a morte de Pemberton, o empresário Asa Griggs Candler adquiriu os direitos da fórmula e transformou a bebida num negócio de grande escala. Foi ele quem investiu fortemente em publicidade e distribuição, ajudando a Coca-Cola a ganhar popularidade em todo o território americano.
Um dos momentos mais importantes da história da marca ocorreu em 1899, quando foi assinado o primeiro acordo para engarrafamento da bebida, permitindo que a Coca-Cola fosse vendida fora das fontes de soda. Poucos anos depois, em 1915, foi criada a famosa garrafa de vidro com formato curvilíneo, pensada para ser reconhecida ao toque ou mesmo no escuro.
Ao longo do século XX, a Coca-Cola expandiu-se internacionalmente, tornando-se um símbolo da cultura americana e da globalização. A marca esteve presente em eventos históricos e momentos marcantes, incluindo a sua distribuição às tropas durante a Segunda Guerra Mundial, o que ajudou a consolidar a sua presença em vários países.
A empresa responsável pela marca, a The Coca-Cola Company, continuou a inovar ao longo das décadas, lançando novos produtos, como versões sem açúcar e outras bebidas. A marca também se destacou por campanhas publicitárias memoráveis, associadas a valores como felicidade, partilha e união — incluindo iniciativas globais como “Open Happiness” e “Taste the Feeling”.
Hoje, a Coca-Cola é uma das marcas mais reconhecidas do mundo, vendida em praticamente todos os países. Mais do que um simples refrigerante, tornou-se um ícone cultural que atravessa gerações, mantendo-se relevante através da sua capacidade de adaptação e da forte ligação emocional com os consumidores.
Anúncio Carlsberg
A história da Carlsberg começa em 1847, na cidade de Copenhaga, quando o cervejeiro J.C. Jacobsen fundou a sua fábrica de cerveja com o objetivo de produzir uma bebida de elevada qualidade e consistência.
O nome “Carlsberg” tem um significado especial: “Carl” vem do nome do filho do fundador, Carl Jacobsen, e “berg” significa “colina” em dinamarquês, referindo-se ao local onde a cervejaria foi construída.
Desde o início, a Carlsberg destacou-se pela sua aposta na ciência e na inovação. Em 1875, J.C. Jacobsen criou o Carlsberg Laboratory, um centro de investigação dedicado ao estudo da fermentação e da produção de cerveja. Foi neste laboratório que, em 1883, o cientista Emil Christian Hansen conseguiu isolar uma cultura pura de levedura, conhecida como Saccharomyces carlsbergensis, um avanço revolucionário que permitiu melhorar a qualidade e a consistência da cerveja em todo o mundo.
Ao longo do final do século XIX e início do século XX, a Carlsberg expandiu-se internacionalmente, tornando-se uma das marcas de cerveja mais reconhecidas globalmente. A empresa também ficou conhecida pelo seu compromisso com a ciência, apoiando diversas áreas de investigação através da Carlsberg Foundation, criada pelo próprio fundador.
Durante o século XX, a Carlsberg continuou a crescer através de parcerias, aquisições e inovação nos seus produtos. Tornou-se especialmente popular na Europa e, mais tarde, em mercados internacionais, incluindo a Portugal, onde a marca é amplamente consumida.
Hoje, a Carlsberg é uma das maiores cervejeiras do mundo, presente em dezenas de países. Mais do que uma simples marca de cerveja, representa uma combinação de tradição, ciência e inovação, mantendo o lema que a tornou famosa: “Provavelmente a melhor cerveja do mundo”.
Anúncio Cornetto
Anúncio Royco Cup-a-Soup
Anúncio Longa Vida
quinta-feira, 19 de março de 2026
Anúncio Ruffles
Anúncio Coca-Cola Light
Azeite Gallo
A história do azeite Gallo está profundamente ligada à tradição oleícola portuguesa e ao desenvolvimento da indústria alimentar no país. A marca foi fundada no início do século XX, em 1919, pela empresa Victor Guedes, que viria a tornar-se uma referência na produção e comercialização de azeite.
Desde o início, o símbolo do galo foi escolhido como elemento central da identidade da marca, representando valores como confiança, autenticidade e ligação às raízes rurais. Com o passar dos anos, o azeite Gallo destacou-se pela consistência da qualidade e pela capacidade de combinar métodos tradicionais de extração com inovações tecnológicas.
Ao longo do século XX, a marca expandiu-se para além de Portugal, levando o azeite português a mercados internacionais e acompanhando as comunidades emigrantes. Essa internacionalização consolidou o Gallo como um dos nomes mais reconhecidos no setor oleícola, especialmente em países com forte presença da diáspora portuguesa.
Já no século XXI, o azeite Gallo reforçou o seu compromisso com a qualidade, a sustentabilidade e a rastreabilidade da produção, adaptando-se às exigências dos consumidores modernos. Atualmente, a marca integra o grupo Sovena Group, continuando a afirmar-se como um símbolo da tradição e excelência do azeite português no mundo.
Anúncio Nescafé
A história do Nescafé está intimamente ligada à inovação no consumo de café no século XX. A marca foi lançada em 1938 pela Nestlé, após vários anos de investigação para encontrar uma forma prática de conservar o café sem perder o seu sabor e aroma.
A origem do produto remonta a um pedido feito pelo governo brasileiro à Nestlé, que procurava uma solução para aproveitar os excedentes de produção de café. A resposta foi o desenvolvimento do café solúvel — uma inovação que permitia preparar uma bebida rapidamente, apenas adicionando água quente.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o Nescafé ganhou enorme popularidade, sobretudo entre os soldados americanos, devido à sua facilidade de transporte e preparação. Esse período foi decisivo para a expansão internacional da marca.
Nas décadas seguintes, o Nescafé continuou a evoluir, introduzindo novas tecnologias de produção e variedades, como versões descafeinadas e misturas mais sofisticadas. A marca também acompanhou as mudanças nos hábitos de consumo, adaptando-se a diferentes culturas e preferências em todo o mundo.
Hoje, o Nescafé é uma das marcas de café mais reconhecidas globalmente, símbolo de conveniência e inovação, mantendo-se presente no quotidiano de milhões de pessoas como uma forma rápida e prática de desfrutar do café.
Anúncio Sumol
sábado, 29 de novembro de 2025
Grupo de Bailado da Fundação Calouste Gulbenkian
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/grupo-de-bailado-da-fundacao-calouste-gulbenkian/
1977-05-03 Anúncio da tournée do Grupo de Bailado da Fundação Calouste Gulbenkian pelo Norte e Centro do país.
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
Protesto dos Estudantes de Medicina
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/protesto-dos-estudantes-de-medicina/
1977-05-10 Concentração de estudantes de medicina em protesto contra a falta de aulas pela greve dos médicos-professores, em Lisboa.
terça-feira, 25 de novembro de 2025
Seminário de alimentação macrobiótica e medicina oriental
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/seminario-de-alimentacao-macrobiotica-e-medicina-oriental/
1977-07-19 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, seminário de alimentação macrobiótica e medicina oriental.
domingo, 23 de novembro de 2025
Falta de médicos psiquiatras em Santarém
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/falta-de-medicos-psiquiatras-em-santarem/
17/03/1976 - Santarém, reportagem sobre a falta de assistência psiquiátrica provocada pela escassez de médicos psiquiátricas na cidade e distrito de Santarém, registada desde agosto de 1975 na sequência da exoneração do médico que assegurava o serviço no Instituto de Assistência Psiquiátrica: Dispensário de Higiene Mental de Santarém.
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Atividade dos médicos policlínicos em Serpa
05/03/1977 - Hospital de São Paulo, destacamento de médicos policlínicos para hospitais concelhios provoca o aumento dos serviços e cuidados médicos a doentes, destacando-se a realização de operações cirúrgicas e exames médicos.
quarta-feira, 19 de novembro de 2025
Artur Garcia
Artur Garcia da Silva nasceu em Lisboa, no Bairro de Alcântara, a 15 de Abril de 1937. Começou a cantar aos 14 anos, como amador, e cedo passou ao profissionalismo, com muito boa aceitação por parte do público. No entanto, durante o dia mantinha-se como empregado dos armazéns Eduardo Martins, onde tinha uma série de colegas muito interessados pela rádio. Alguns deles conduziram Artur ao Centro de Preparação de Artistas da Rádio, que funcionava na Casa das Beiras, junto ao Largo de S. Domingos.
Após prestar provas, Artur Garcia passou a ser considerado um dos cantores principais de uma nova geração que também incluía Maria de Fátima Bravo, Madalena Iglésias e Simone de Oliveira. Artur Garcia passou, aliás, a ser conhecido como «O Rouxinol», em parte devido às suas aptidões vocais, e em parte porque a sua estreia ocorreu com a interpretação do tema «Rouxinol dos Meus Amores», de Luís Mariano.
Após cumprido o serviço militar, veio finalmente a consagração profissional, e surgiu na televisão a interpretar teatro e opereta. Apresentou-se em programas de variedades e fez revista nos teatros Maria Vitória e ABC, nomeadamente nas revistas "Sete Colinas", "Todos ao Mesmo" e "Frangas na Grelha".
Em 1964 esteve presente no I Grande Prémio TV (que antecedeu o Festival RTP da Canção) com duas canções que ali foi interpretar. No ano seguinte alcançou o segundo lugar com o tema «Amor». Em 1966, numa votação paralela organizada pela imprensa, o público elegeu a sua canção «Porta Secreta».
Venceu o primeiro prémio do Festival da Figueira da Foz, em 1968, e o primeiro prémio do Festival de Aranda de Duero, em 1967. No mesmo ano foi eleito "Rei da Rádio", após ter ficado em segundo lugar duas vezes consecutivas, e recebeu o Prémio da Imprensa em Moçambique. Por votação pública, em 1968 voltou a ser eleito "Rei da Rádio", e em 1969 "Príncipe do Espectáculo".
Nos anos 60 fez diversas digressões na Guiné, Angola e Moçambique para as Forças Armadas Portuguesas. Atuou também em Espanha, França, Itália, Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Bermudas, Brasil e Índia. Em diversas ocasiões, cantou ao lado de Júlio Iglésias, Carmen Sevilla, Rafael ou Sylvie Vartan. «Como o Tempo Passa», «A Menina Triste», «Bom Dia», «Sonhando Contigo», «Olhos de Veludo», «O Homem do Leme» e «A Cidade ao Sol» são algumas das principais canções de Artur Garcia, provavelmente o mais premiado dos cantores portugueses da sua geração.
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
Anos 80
-18.png)
-17.png)
-16.png)






